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15 de Abril de 2008

Jornal ALEF será condecorado com a ´Medalha de Mérito Pedro Ernesto´, no Rio de Janeiro

Com 14 anos de atuação, e mais de 27 mil assinantes nos quatro cantos do mundo, o Jornal ALEF (www.jornalalef.com.br),  destinado à comunidade judaica, vem tendo suas notícias publicadas no Le Monde Diplomatique - jornal francês de maior prestígio internacional, com mais de 2 milhões de leitores/dia. No dia 26 de maio, às 10h, o Jornal ALEF será condecorado com a ´Medalha de Mérito Pedro Ernesto´, principal homenagem do município do Rio de Janeiro, concedida por unanimidade pela Câmara Municipal por iniciativa da vereadora Patricia Amorim.

PARABÉNS ao Jornal ALEF, ao jornalista Mauro Wainstock, que, incansável, diariamente bem informa a comunidade judaica e a sociedade brasileira. Parabéns pelo merecido reconhecimento da cidade do Rio de Janeiro ao seu trabalho. Nosso respeito e admiração. (Henrique Chagas)

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7 de Abril de 2008

Google Books faz vendas crescerem


O Globo - 05/04/2008 - por Mànya Millen e Rachel
Há um ano, a Hedra lançou sua coleção de livros de bolso com uma aposta ousada: todos os volumes podem ser "baixados" gratuitamente pelo Google Books. Com 37 títulos publicados - os sete mais recentes acabam de chegar às livrarias -, a Hedra verificou pelos relatórios do Google que a estratégia tem sido acertada. De acordo com a coluna No Prelo, as vendas da coleção têm aumentado de 12% a 14% ao mês. E o best-seller é Nietzsche, com "Sobre verdade e mentira". >> Leia mais

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20 de Março de 2008

O homem que virou santo, por DRAUZIO VARELLA

Enfrentara rebeliões, caíra refém, mas era tudo brincadeira perto das crises de ciúme da mulher

JURANDIR JURA que a culpa foi da vizinha. Diz que tinha virado santo com a finalidade de aplacar os ciúmes da mulher, Zélia, convencida de que todas as outras mulheres da vila davam em cima dele, cafajeste, derretido por qualquer rabo-de-saia.
O comportamento exemplar dos últimos meses era conseqüência de uma briga provocada por uma ida à padaria, depois da qual Zélia acusou-o de haver admirado as pernas de uma loira alta e lhe atirou o liquidificador nas costas. Ao fazer as pazes, assinaram um armistício com diversas cláusulas, a mais importante das quais exigia que ele não ousasse olhar para a tal vizinha, recém-instalada no andar de cima.
Jurandir explicou que a exigência era absurda, mal reparara na moça. No dia da mudança, tinha segurado a porta do elevador para que ela entrasse com os pacotes, apenas por cortesia. A esposa respondeu, possessa, que o problema não havia sido o cavalheirismo, mas o sorriso calhorda que ele colocara nos lábios.
Decidido a preservar o casamento e o convívio diário com os filhos, ele fez de tudo para andar na linha. Tinha boas razões para desejar a paz: a esposa era mulher de bons princípios, mãe exemplar, dona-de-casa prestimosa; seu problema era um só: o gênio forte.
-Quando o ciúme atacava, parece que incorporava o Coisa Ruim. Não via hora nem lugar; fazia escândalo na frente de quem fosse.
Ele trabalhava como carcereiro havia 20 anos. Tinha enfrentado rebeliões, caído refém de presos amotinados, participado de negociações em galerias apinhadas de homens e facas, mas considerava as peripécias brincadeira de criança comparadas às crises da mulher enciumada.
Quis o destino, no entanto, que numa segunda-feira de chuva ele chegasse em casa mais cedo e que não houvesse ninguém. Tomou banho, vestiu a bermuda, colocou um CD, abriu a primeira lata de cerveja e foi atender ao telefone interno.
Era a vizinha. Perguntou se não poderia ajudá-la a instalar o aparelho de DVD. Tão cheio de fios!
Ele jura que subiu a escada na ingenuidade, preocupado com a volta da esposa, e que só se deu conta da armadilha quando viu o umbigo de fora, o decote diabólico e a calça agarrada que a moça usava.
-Uma roupa daquelas mulher nenhuma veste apenas para instalar um DVD.
Quando os lábios dela se aproximaram perigosamente, ele recuou.
-Minha mulher vai chegar, você está de batom vermelho.
No dia seguinte, ela ligou para a cadeia. Disse que existia uma atração fatal entre os dois, instalada desde a gentileza na porta do elevador. Insistiu que resistir a essa força seria ir contra a natureza humana.
Não precisou de retórica para convencê-lo.
-Eu estava totalmente de acordo. Perder uma chance como aquela seria até pecado. O problema era como escapar da marcação cerrada lá em casa. Meus horários eram controlados com precisão de minuto.
A imagem dos lábios vermelhos, entretanto, não lhe dava trégua.
Uma semana depois da instalação do DVD, concebeu um plano para passar a noite com a vizinha. No dia fatídico, telefonou para casa avisando que estava escalado para o plantão noturno, porque iriam realizar uma blitz que só terminaria quando localizassem dois revólveres em mãos dos detentos.
O plano foi executado com perfeição. Às seis da tarde, o telefonema para casa com voz grave, o encontro na estação do metrô, a pizza e a noite com a vizinha num hotel da rua Jaguaribe.
Na manhã seguinte, ao virar a esquina da cadeia, Jurandir viu que um colega corria em sua direção.
-Nem chega perto do portão. Tua mulher está lá fazendo um escândalo. Diz que ligou a noite inteira atrás de você, e ninguém te achou. Ela se recusa a ir embora enquanto você não aparecer. Pediu para falar com o diretor. Quer saber se você ficou mesmo de plantão por causa de dois revólveres.
Jurandir voltou na direção do metrô, sem idéia do que fazer. Parou no meio-fio desamparado, quando alguém gritou seu nome. Era o motorista de um camburão que chegava para buscar os presos com audiência no Fórum.
Nesse instante, teve uma idéia.
-Me leva pra dentro da cadeia, fechado no camburão. Depois explico.
Minutos mais tarde, o portão principal da cadeia se abria para que Jurandir saísse ao encontro da esposa, desconcertada.
-Oi, meu amor, disseram que você estava nervosa à minha espera. Eu fiquei preocupado. Algum problema?

[NOTA] Postei esta crônica do médio Drauzio Varella, depois que li, na FSP de hoje, a crônica do Contardo Calligaris. Creio que as duas crônicas se complementam e se completam. Pessoalmente, não gosto de santos, muito menos de moralistas. Aliás, eu não confio naqueles que se dizem santos, prefiro aqueles que se confessam pecadores e de seus pecados se arrependem ou se arrependem dos pecados que não cometeram.

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8 de Março de 2008

'Minha Cidade - Porto Feliz', segunda fase

O diretor Vicentini Gómez inicia a gravação da segunda fase do filme documentário “Minha Cidade-Porto Feliz”.

Esta etapa é um levantamento de pessoas e famílias que contribuíram com a história recente da Cidade. Os fatos históricos, os casos marcantes e o resgate de fotografias e documentos que estão em mãos de famílias e que têm interesse para a história da cidade. Algumas fotos importantes que pertencem às famílias, serão resgatadas para o arquivo público para que todos os estudantes e pesquisadores possam ter acesso.

Aproximadamente 30 pessoas darão seus depoimentos. Esta etapa da produção local será coordenada pela Professora Juliana Gutierrez.

Parte-se, depois, para uma terceira etapa que é a dos pesquisadores. Estudiosos, professores e historiadores que escreveram artigo ou desenvolveram estudos sobre Araritaguaba e Porto Feliz. A maioria dos depoentes estão nas principais universidades Brasileiras.

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4 de Março de 2008

Famílias homossexuais na literatura infantil

Casais de pessoas do mesmo sexo em livros para crianças. Técnicos afirmam que abordar a diversidade familiar é inevitável e que pais e professores têm um papel importante na matéria.

"Maria, que traz um filho dentro da barriga, conta à sua filha a história da sua infância. Uma história simples, de uma criança feliz. O que torna este livro especial é o facto de Maria ter dois pais: o Pedro e o Paulo". É desta forma que O livro do Pedro, da escritora e ilustradora Manuela Bacelar, é apresentado. A obra acaba de ser lançada e é uma estreia. A literatura portuguesa infantil começa a abordar a diversidade da parentalidade. A autora explica como tudo aconteceu. "A ideia do livro surgiu-me como as ideias dos outros livros: de situações concretas que vou conhecendo", revela. "A história é sobre uma família que tem uma vida normal, perfeitamente inserida e aceite pela sociedade". E acrescenta: "É um livro de afectos. É Natal e não há prendas. Há um grande abraço. São os anos da Maria e não há presentes. Há amigos, um piquenique e uma surpresa ao virar da página". A escritora escreve para um público abrangente, para crianças, pais, agentes de ensino. "O meu atelier é o meu espaço de liberdade e não estou sujeita a decreto-lei", garante a autora de Bernardino, O meu pai e O meu avô.
O livro de Pedro aparece pouco depois de a Associação ILGA Portugal e o projecto editorial independente espanhol Eraseunavez.com. terem lançado no mercado nacional dois livros infantis que abordam a mesma temática. "A mamã Carlota disse-me que os meninos e as meninas crescem na barriga das mulheres. Essa é que me pareceu a maior mentira que já ouvi. Eu não caibo na barriga da mamã Carlota e na da mamã Ana ainda menos". A dúvida pertence a uma menina, personagem central De onde venho?. A história é do escritor e ilustrador espanhol Javier Termenón Delgado. "O João quer ser bombeiro para ajudar as pessoas! Gosto muito da farda dos bombeiros. Acho que vou apaixonar-me por ele", comenta o menino André que, juntamente com a Marta, entram no livro Por quem me apaixonarei?, de Wieland Pena e Roberto Maján.

http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=463424D063E87394E04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0

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3 de Março de 2008

Morre William Buckley, escritor e comentarista norte-americano

Aos 82 anos, morreu na última quarta-feira (27) o escritor norte-americano William Buckley. Ele era conhecido por seu conservadorismo, divulgado principalmente por meio da revista que fundou, a influente National Review. Segundo o site da revista, ele faleceu enquanto trabalhava em seu estúdio de Stamford, Connecticut, depois de um ano doente. Buckley foi o autor de mais de 50 livros, entre eles o recém-publicado Let Us Talk of Many Things: The Collected Speeches. Leia mais no site do jornal The New York Times.

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24 de Fevereiro de 2008

Jornalistas comemoram liminar do STF que suspende artigos da Lei de Imprensa

A repercussão da decisão do Supremo Tribunal Federal de revogar alguns artigos da Lei de Imprensa foi positiva. Datada de 1967, a Lei de Imprensa é vista como um dos últimos resquícios da época do regime militar.

Diretora de jornalismo da TV Brasil, Helena Chagas define a Lei de Imprensa como um “entulho autoritário da ditadura”. “O STF provocou essa discussão num momento em que é preciso também lembrar dos novos meios de comunicação, como os veículos online, blogs.”

Já era para ter acabado. A Lei de Imprensa é anacrônica e da época da ditadura, que está morta e enterrada”, observou o jornalista esportivo Juca Kfouri.

José Hamilton Ribeiro, repórter especial do Globo Rural, acredita que a imprensa não precisa de uma lei específica. “Para jornalista canalha, existe o Código Penal. Precisamos de uma boa Constituição, que defenda a liberdade do povo e, automaticamente, a liberdade de expressão através de todos os veículos. Jornalista que calunia, difama ou injuria deve ir para a cadeia, como qualquer outra pessoa”. ++++

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16 de Fevereiro de 2008

Maria Adelaide Amaral fala na Jovem Pan

O jornalista José Armando Vannucci entrevista na Rádio Jovem Pan, segunda-feira, 18 de fevereiro, ao vivo, a escritora e autora Maria Adelaide Amaral, de "Queridos Amigos", minissérie que estréia no mesmo dia na TV Globo.

A minissérie é uma adaptação do romance “Aos Meus Amigos”, publicado em 1992 de sua própria autoria e dedicado ao jornalista Décio Bar. Maria Adelaide o escreveu a partir da enorme necessidade que sentiu de contar as vivências dos amigos e da própria geração.

A entrevista será às 10h10, no "Jornal de Serviço" da Rádio Jovem Pan.

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1 de Fevereiro de 2008

Soluções de impressão digital

PublishNews - 01/02/2008
Abrir portas e ferramentas para soluções em impressão digital. Este é o objetivo do PODi Application Forum Latin America - Brasil 2008, evento que acontece entre os dias 18 e 19/02 no Novotel Center Norte (Av. Zaki Narchi, 500, Vila Guilherme), em São Paulo. Provedores de serviços como gráficas e agências de marketing, além de executivos de comunicação em geral, irão se reunir para discutir os rumos e as soluções nesta área, em pleno crescimento no Brasil. Por meio de conferências, workshops e, principalmente, da apresentação e discussão de cases bem-sucedidos de soluções em impressão digital, o fórum inaugura as atividades em território latino-americano da PODi - The Digital Printing Initiative. Mais informações sobre o fórum no site ou com Rudy Zanella, pelo telefone 11-5053-9917.

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20 de Janeiro de 2008

Saramago está internado nas Canárias

O escritor português José Saramago, 85, está internado em um hospital particular na ilha de Lanzarote, nas Ilhas Canárias, onde mora. Ele está recuperando-se de problemas respiratórios.
O hospital confirmou a internação, mas não passou mais detalhes sobre o estado de saúde e a data em que o escritor foi internado.
De acordo com a imprensa espanhola, o escritor foi para o hospital em meados de dezembro com insuficiência respiratória. Segundo as fontes consultadas, seu quadro de saúde é estável.
Nobel de Literatura em 1998, Saramago mora desde 1993 nas Ilhas Canárias, ao lado de sua mulher, a jornalista Pilar del Río. Saramago é autor de "Ensaio sobre a Cegueira" e "A Jangada de Pedra", entre outros livros.

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13 de Janeiro de 2008

Bilac, um jornalista bom de briga, por Adelto Gonçalves.

O poeta Olavo Bilac (1865-1918), a exemplo de outros parnasianos, foi condenado ao ostracismo depois que as idéias que redundaram na Semana de Arte Moderna de 1922, realizada no Teatro Municipal de São Paulo, insufladas pelos ventos que vinham da Europa, afirmaram-se na sociedade brasileira. Seu nome passou mesmo por sinônimo de passadismo, formalismo, oficialismo e alienação. E seus versos tornaram-se alvo de chacotas, tal como a produção de outros poetas que, ao seu tempo, o tiveram como paradigma. De fato, os versos bilaqueanos, hoje, são velharias que só atraem estudiosos e um ou outro leitor interessado em conhecer a história da Literatura Brasileira.
Mas o que, geralmente, não se sabe é que, além de autor de versos grandiloqüentes e enxundiosos, o "príncipe dos poetas brasileiros" foi cronista de excepcionais qualidades. Basta ver que, a partir de março de 1897, foi quem teve a responsabilidade de substituir o genial Machado de Assis (1839-1908) nas páginas da Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro. E o fez com igual brilho, a tal ponto que muitas de suas crônicas parecem mesmo saídas da pena do bruxo do Cosme Velho.
Quem tiver dúvidas já pode compará-las sem ter de remexer papéis velhos nos arquivos, pois o professor Antonio Dimas, da Universidade de São Paulo, acaba de lançar Bilac, o jornalista em que reuniu em dois extensos volumes a maior parte das crônicas bilaqueanas saídas em jornais e revistas do final do século 19 e início do 20. Num terceiro volume, o de menor extensão, com prefácio do professor Alfredo Bosi, o organizador reuniu dez excepcionais ensaios em que mostra que o Bilac cronista pouco tinha do poeta indiferente às necessidades cotidianas, imagem que ficou por conta da revisão histórica comandada pelos modernistas. ==>> LEIA MAIS

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18 de Dezembro de 2007

SONHOS E SONHADORES, de Kleiton Ramil

Depois de muitos sonhos a anotações, Kleiton Ramil lança seu primeiro livro. Em uma entrevista, o autor foi questionado sobre quem gostaria de ser quando crescesse. E respondeu: Luis Fernando Verrísimo. No livro, está mais perto desse sonho quando tem o prefácio escrito por Veríssimo: "Os dois maiores desafios para o conhecimento humano são os mesmos desde que começamos a raciocinar: a natureza do Universo e o funcionamento do nosso cébebro. Com a diferença que as especulações sobre o Universo já chegaram perto, se não de uma explicação final pelo menos de nossa mente- inclusive sobre o seu poder de especular....Este livro explora nosso universo interno através da experiência onírica do seu autor e de outros sonhadores. Mas o autor não é apenas outro especulador. Trata-se de um artista, que alia à sua pesquisa rigorosa e às suas leituras exaustivas sobre o assunto uma sensibilidade rara, evidente para quem já ouviu sua voz e suas composições (para não falar no seu violino). O que faz de seu trabalho mais que um livro de sonhos, um livro de sonho". Para quem não reconheceu o autor, Kleiton, da dupla Kleiton & Kledir, é compositor, violinista, cantor, arranjador e produtor de discos.

"Sonhos e sonhadores" é um livro diferente. O autor abre sua "caixa de tesouros" para dividir com o leitor viagens deliciosas no mundo onírico. Kleiton acredita que simplesmente anotar seus sonhos e debruçar-se sobre eles traz ao sonhador acesso a informações do seu subconsciente de valor inestimável para a vida. O livro indica maneiras de lembrar os sonhos ao despertar assim como sugere formas de interrogar o que neles se observa. O autor começou nos anos 70 a fazer pesquisas com material onírico. Reuniu milhares de sonhos anotados e comentados. Tornou-se um auto-didata através de estudos dos mestres da psique como Freud, Jung, Marie-Louise Von Franz entre outros. Em "História resumida dos sonhos" revela que os sonhos já eram pesquisados desde os tempos dos Egípcios, passando por Gregos, Romanos e outros povos antigos, até nossos dias. Em "Sonhos premonitórios", relembra sonhos clássicos e exemplifica casos menos conhecidos, abordando o pensamento de grandes mestres da psique. Essa primeira parte prepara o leitor para acompanhar 23 sonhos selecionados que aparecem na segunda, redigidos com riqueza de detalhes sendo em seguida comentados e discutidos. "- Inicialmente pensei em fazer um livro só apresentando os sonhos como haviam sido sonhados, com os comentários que sempre faço a seguir, onde exploro de várias formas possíveis a aventura de descobrir. Porém percebi que havia outras informações interessantes que eu poderia passar para as pessoas, dividindo com elas um pouco de tudo que li e aprendi".

 

Veja também PAI INVISIVEL, livro de Kledir Ramil. Tri legal, tchê!

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17 de Novembro de 2007

Intelectuais comentam perda de espaço da literatura perante o jornalismo

Presentes ao I Salão Nacional do Jornalista Escritor, promovido pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) de 15 a 18/11 no Memorial da América Latina, em São Paulo, os escritores com carreira no jornalismo Moacyr Scliar e Luis Fernando Verissimo e o cartunista Jaguar conversaram na tarde desta sexta-feira (16/11) com a reportagem do Comunique-se.

Scliar afirma que, a partir de meados do século XIX, a imprensa ocupou o lugar da literatura como forma primordial de as pessoas se informarem e influenciar em seu estilo foi “natural”. “No jornalismo, o leitor está sempre em primeiro lugar, o que não acontece necessariamente na literatura. De repente a ficção passou para segundo plano”, disse o colunista dos jornais Zero Hora e Folha de S. Paulo.

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12 de Novembro de 2007

Jessica e Rogéria

SÃO PAULO - A semana foi do petróleo, mas duas fotos chamaram atenção: 1. A do travesti Rogéria seminu (ou seminua, como queiram), o que provocou o cancelamento da exposição do fotógrafo Luiz Garrido no Salão Negro da Câmara; 2. A da garota Jessica, presa com outros oito jovens da zona Sul carioca, acusados de formar uma quadrilha de "elite" de traficantes de ecstasy.
São imagens distintas e histórias de relevância desigual, mas juntas dizem algo sobre o "zeitgeist" (o espírito do tempo) do Brasil atual.
Invocou-se na Câmara, para censurar o retrato de Rogéria, o dever de preservar a criança e o adolescente de "tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor". Ora, aplicada a lei, a maioria dos ilustres congressistas estaria vetada para visitação, de crianças ou de marmanjos.
A foto de Rogéria sugere uma irreverência quase "naïve", nada tem de chocante ou vexatório e exibe de modo discreto parte daqueles pêlos que, como canta Chico Buarque, só a bailarina que não tem.
O excesso de moralismo ocupa o lugar da falta de moralidade. É o caso de parafrasear Theodor Adorno: o Congresso é permissivo no trato da verba pública e pudico com os costumes; o contrário seria melhor.
O estatuto do adolescente não vale mais para Jessica, 18 anos. Todos os grandes jornais a estamparam algemada, inclusive a Folha. "A bela do tráfico", carimbou um deles.
A mídia alimenta e satisfaz as perversões consentidas pela "sociedade do espetáculo". E, ao expor -aí sim- a garota a abusos de tratamento violento e desumano, ainda ajuda a criar a ilusão de que a lei é igual para todos. Não é. Pobre ou preta, Jessica teria direito às algemas, não à foto na capa: estaria no porão, sob os cuidados de praxe da polícia. O caso e sua cobertura pela mídia são sintoma de regressão social, nunca de avanço democrático.
A proibição de uma imagem e a hiperexposição da outra traduzem um momento do país. E vem referendar as taras conservadoras dos "homens de bem". (Fernando de Barros e Silva na FSP)

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Evangelho segundo O FILHO, de Norman Mailer

"Porquanto não diria que as palavras de Marcos sejam falsas, elas contêm muito exagero. E mais ainda as de Mateus, e Lucas, e João, que me atribuíram frases que nunca proferi, descrevendo-me como amável, quando eu estava pálido de ira. (...) Portanto, farei meu próprio relato."

A história de Jesus contada com as palavras do próprio Filho de Deus, um ser ao mesmo tempo divino e humano. Este é o Jesus que Norman Mailer desnuda em O Evangelho Segundo O Filho, lançamento da Editora Record, um romance arrojado, belo, ambicioso e, é claro, polêmico. Norman Mailer é um dos maiores escritores americanos e, também, um dos mais controvertidos. Em uma entrevista durante o lançamento do livro nos Estados Unidos, ele declarou que se sentiu à altura da ousadia de servir de canal para Jesus porque sua fama literária dotou-o de "uma ligeira compreensão do que é ser metade um homem e metade alguma outra coisa, alguma coisa maior".

O Jesus de Mailer é um trabalhador judeu que conversa com o Criador e debate com o diabo; que foi crucificado pelos seus ensinamentos e que, três dias depois, renasceu da morte. Um homem que, ao descobrir sua sina, sente-se confuso e orgulhoso; um homem que amava os pecadores e odiava os devotados; um homem aterrorizado pela fé e que, acima de tudo, lutava contra os limites de seu poder.

Em O Evangelho Segundo O Filho, Mailer recria, com grande força literária, as memórias de Jesus durante as horas nas quais esteve preso na cruz e os pensamentos que passavam pela sua mente quando era tentado pelo diabo. Para contar a história, Mailer vale-se do estilo narrativo bíblico e convence, mais do que qualquer escritor antes dele, de que o homem Jesus poderia ter sido exatamente assim.

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3 de Novembro de 2007

Maratona de eventos com David Toscana

PublishNews - 01/11/2007
O escritor mexicano David Toscana volta ao Brasil em novembro para uma série de eventos literários. Em todos eles, Toscana lança O exército iluminado e autografa O último leitor e Santa Maria do Circo. A jornada começa dia 05/11 em Curitiba (PR), às 19h, na Curitiba Literária (Praça Osório). Depois ele viaja para Porto Alegre (RS), e no dia 08/11 às 16h, estará na Feira do Livro de Porto Alegre. Mais para o nordeste do Brasil, Toscana estará no dia 13/11, às 19h, em Salvador (BA), no Instituto Cervantes (Av. Sete de Setembro, 2.792). A agenda do escritor acaba em São Paulo (SP), no dia 15/11, às 17h, na Balada Literária na Livraria da Vila da Vila Madalena (Rua Fradique Coutinho, 915 Vila Madalena). Haja fôlego.

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30 de Outubro de 2007

História: Presidente Prudente, Capital Regional

PresidentePrudente Por ocasião das comemorações dos 90 anos da cidade de Presidente Prudente, neste último mês de setembro, foi lançado o livro "Presidente Prudente, Capital Regional", pela Letras a Margem, organizado por Maria Angela D´Incao.

"O livro reúne textos sobre Presidente Prudente nos seus noventa anos. São crônicas, artigos, estudos e narrações escritas por professores, advogados, cronistas, jornalistas, escritores e pesquisadores - alunos e novos escritores também fazem parte dessa homenagem. Este volume reúne também um conjunto fotográfico ilustrativo dos textos o que o torna o primeiro livro pictórico sobre Presidente Prudente", diz a organizadora Maria Angela.

Li o livro numa "pegada". São fragmentos históricos não somente da cidade de Presidente Prudente, mas da região, da sua colonização, que remonta aos idos da abertura e ocupação da região Oeste do Estado de São Paulo. Segundo o Prof. Diores Abreu, inúmeras vezes citado no livro, por vários autores, os primeiros brancos a penetrarem na região foram os mineiros, entre eles, José Teodoro de Souza, um desbravador que, antes, registrou na igreja de Botucatu a posse de uma enorme gleba de terras, numa região "imaginária" do Rio Paranapanema, de um lado, até o espigão divisor do Rio do Peixe. A história vai por aí adiante. Leio no livro histórias que guardo na minha memória, histórias contadas por meu avô materno, que era nada mais nada menos do que sobrinho de José Teodoro de Souza. Minha mãe, Mariana Teodora, teve o seu nome em homenagem ao desbravador.

Toda a história do Pontal do Paranapanema, com seus conflitos e contrastes, decorre da ousadia destes desbravadores e colonizadores do oeste, cujos documentos históricos são esparsos. Vale a pena o registro histórico organizado pela Maria Angela, especialmente o material fotográfico.

O livro está disponível nas livrarias, bancas de revistas de Presidente Prudente e região, ou pelo email: letrasamargem@uol.com.br

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Leitura e democracia, eis a questão

Blog do Galeno - 24/10/2007 - por Galeno Amorim
A questão da leitura no Brasil começa a ganhar uma dimensão cada vez maior no país e a ocupar espaços mais nobres no meio intelectual. Agora, exemplifica Galeno Amorim, a Fundação Perseu Abramo anuncia um encontro para discutir temas como leitura, cultura e democracia. O painel, que integra as comemorações dos dez anos da sua editora, vai reunir feras como Marilena Chaui e Luiz Dulci. Eles darão depoimentos sobre sua relação pessoal com os livros e falarão sobre a democratização do acesso à leitura no país. O painel Livros, cultura e direitos no Brasil: como democratizar o acesso à leitura vai ser hoje (30/10), às 19h30 no Sesc Vila Mariana (Rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - SP - tel:11-5080-3000). >> Leia mais

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29 de Outubro de 2007

Três lições de tolerância

O Estado de S. Paulo - 27/10/2007
O jornal Estado de S. Paulo publicou no último sábado (27/10) três reportagens sobre livros que contém o assunto "tolerância". O albanês fala de Uma questão de loucura (Companhia das Letras, 80 pp., R$ 28), em que um menino perde a inocência diante do tio suicida. O irlandês John Boyne avalia O menino do pijama listrado (Companhia das Letras, 190 pp., R$ 31), sobre o filho de 9 anos de um comandante nazista. E a norueguesa Asne Seierstad analisa o caldeirão étnico da ex- Iugoslávia, em De costas para o mundo (Record, 400 pp., R$ 46). >> Leia mais

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Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 10/29/2007 11:19:00 PM | | | Voltar

       

7 de Setembro de 2007

Escritor é condenado por morte descrita em romance


okładkaFolha de S. Paulo - 6/9/2007 - por Clara Fagundes
Numa cidadezinha polonesa, um corpo é pescado de um rio, com sinais de uma morte sórdida: mãos ao redor do pescoço, atadas a uma forca. A polícia identifica Dariusz Janiszewski, o dono de uma pequena agência de publicidade, que não tinha dívidas ou inimigos. A descrição detalhada deste homicídio, no romance policial Amok (o arrebatamento, em português), terminou em um posfácio inesperado: a prisão do autor, Krystian Bala, condenado ontem (05/09) a 25 anos pelo crime que inspirou a obra. A principal peça da acusação é o romance policial, publicado em 2003, três anos após o assassinato. O investigador Jacek Wroblewski garante que a narrativa tem informações minuciosas, conhecidas apenas pela polícia - ou pelo assassino. >> Leia mais


UPDATE => A notícia saiu na Folha e a história pode ser lida por exemplo no The Guardian ou no The Times). Tem alguns blogs achando tudo muito estranho. Muito rapidamente, Krystian Bala teria contado no seu livro "Amok" a história de um homicídio, descrevendo detalhes de que alegadamente só a polícia teria conhecimento. Parece que há circunstâncias pouco claras, esepcialmente o fato da vítima ser conhecida da ex-mulher de Bala, de o interrogatório com polígrafo levantar algumas dúvidas, de terem sido enviados emails da Coreia do Sul e da Indonésia quando o escritor se encontrava nesses países... enfim, uma salada, um mosaico estranho. O curioso é que numa simples pesquisa no Google constata-se que o Bala não era nada conhecido. Não se encontra quase nada, nenhuma notícia antes do tal julgamento. O livro Amok realmente existe, mas em polaco, dizem que foi um sucesso em 2003, mas não tem nenhuma tradução para o inglês (não localizei nenhuma). Não será um mega golpe publicitário?


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Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 9/07/2007 04:10:00 PM | | | Voltar


Direito, Tecnologia e Cultura, por Ronaldo Lemos


Ronaldo Lemos disponibilizou seu livro "Direito, Tecnologia e Cultura" no site OverMundo. O livro é essencial para entender os novos ventos que pairam sobre o Direito Autoral neste século. O livro pode ser baixado (download) gratuidade e a versão impressa (suporte papel) pode ser adquirida através da internet ou na livraria de sua preferência.



"Estou disponibilizando no Overmundo o meu livro "Direito, Tecnologia e Cultura", editado em 2005 pela Editora FGV. Aproveito para agradecer o inestimável apoio que sempre tive por parte da editora, especialmente apoiando o licenciamento do livro em Creative Commons.
É claro que no melhor espírito de open business, quem quiser adquirir a versão impressa do livro, também pode fazer isso através do site da editora (Editora FGV)"



No futuro, talvez muito próximo, a versão impressa (livro, que tem cheiro de livro) será adquirida pelo leitor como souvenir de uma agradável leitura de um livro digital (e-book ou PDF ou como queiram chamá-lo) distribuido gratuitamente pelo autor ou adquirido nos sites de distribuição. Hoje, os autores e editoras ainda estão reticentes em disponibilizar gratuitamente o livro ou "parte" dele (primeiros capítulos) para download em seus sites ou blógues. Penso que essa é uma das melhores ferramentas de marketing para um livro. Gosto muito quando posso ler antes o primeiro capítulo do livro, sinto-me impulsionado a comprá-lo para ler por inteiro. Quando a Noga lançou seu livro Hierosgamos (tive o privilégio de escrever a orelha), disse-lhe "coloque gratuitamente no seu blog o primeiro capítulo para que os leitores possam adentrar no seu livro, conhecê-lo mais". Fez isto. A quantidade de downloads deu uma enorme repercussão ao seu livro, ao seu blog e à sua literatura. Os leitores não apenas ouviram falar, mas tiveram contato com o seu livro, embora ainda não tenham sentido o cheiro do papel (adoro cheiro de livro novo) e, com certeza, procurarão adquirí-lo na livraria ou através da internet.


Links relacionados:
Ronaldo Lemos: Outro direito autoral é possível
Trabalho Sujo
Creative Commons Brasil




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6 de Agosto de 2007

Ernesto ''Che'' Guevara e Ariel Sharon eram primos ?


O jornal israelense Maariv divulgou reportagem em que afirma que o argentino Ernesto "Che" Guevara e o ex-premier israelense Ariel Sharon eram primos e se encontravam em segredo. De acordo com a publicação, a mãe de Guevara, Célia de la Serna, era "na realidade uma judia russa fugitiva dos pogroms, tinha o sobrenome Sheinerman e era irmã menor de Shmuel Scheinerman, o pai de Sharon emigrado para a Palestina no começo do século XX para trabalhar como agricultor". O jornal destaca ainda que apenas em 1965, antes de morrer, Celia, revelou a "Che" seu parentesco com Sharon. Segundo o texto, Guevara foi então para Israel com uma falsa identidade, reuniu-se com Sharon e iniciou aulas em um colégio rabínico de Jerusalém. A conclusão implícita do texto é que Guevara, enquanto "filho de judia", deveria ser considerado judeu.
No entanto, o pesquisador israelense Efraim Davidi, autor de uma biografia de "Che" Guevara, descartou que o texto tenha fundamento. Para ele, a mãe do revolucionário não tinha raízes russas e era espanhola católica. Nos anos 1960, acrescentou o pesquisador, Guevara visitou os campos de refugiados palestinos de Gaza, mas não entrou em Israel. Nem tampouco fez parte das delegações oficiais cubanas que nos anos seguintes visitaram o país. O biógrafo considerou possível que o texto tenha sido divulgado por ambientes nacionalistas russos, determinados em demonstrar vínculos entre o "judaísmo internacional" e os movimentos revolucionários. (Alef)

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3 de Agosto de 2007

Os atalhos para um azarão literário


O Estado de S. Paulo - 2/8/2007 - por Jotabê Medeiros
A Livraria da Vila informou que não é tão raro assim abrigarem um azarão literário. "A livraria sempre deu espaço para o autor independente e para pequenas editoras", disse a supervisora da loja, Eliana Menegucci. A vitrine mais adequada para tal exposição era a da loja da Fradique - apesar de acanhada e da alta rotatividade dos lançamentos. Especialistas da livraria enviaram para o Estado o que consideram um pequeno manual do que é necessário para que uma edição de autor emplaque: "Se o livro tiver uma boa edição (capa bonita, bem diagramada) ele poderá ir para a vitrine. Romance, poesia e contos de autores pouco conhecidos vendem menos. Outras obras não ficcionais como psicanálise ou culinária vendem mais. Para o livro entrar na lista dos mais vendidos precisa vender. E isso depende praticamente 100% do autor: conseguir espaço na mídia e indicar a livraria para amigos, parentes e conhecidos."

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1 de Agosto de 2007

Documentário ''Matarazzo'' é gravado em Pres Prudente, SP


O cineasta Vicentini Gomez esteve ontem em Presidente Prudente para dar continuidade à gravação do documentário "Matarazzo: uma história", previsto para ser concluído entre abril e maio do próximo ano. No período da tarde, quatro prudentinos - um historiador, uma antropóloga, a filha de um gerente das Indústrias Francisco Matarazzo e um escritor - estiveram presentes nas instalações do Matarazzo, onde foram entrevistados pelo cineasta.
Hoje, Gomez estará no local para filmar o desenvolvimento da obra, que vai transformar o Matarazzo no maior centro cultural do Oeste Paulista. No total, serão realizadas aproximadamente 2 horas de gravação, que vai se somar a um material bruto de 15 horas. Para o cineasta, o material coletado por meio de entrevistas é relevante para o filme, porque coloca o telespectador dentro do contexto histórico e social sobre o qual as indústrias Matarazzo está inserido.
"O Centro Cultural Matarazzo vai permitir o desenvolvimento de uma série de atividades que, talvez, não seria possível sem este local. A revitalização é algo caro, mas que felizmente a Secretaria de Cultura resolveu abraçar. Esse processo é realmente importante, porque vai possibilitar a realização de vários eventos culturais para Presidente Prudente e região em um único espaço", afirma. Além de Kunzli, estiveram presentes no prédio Izaura Victor, filha do gerente das Indústrias Matarazzo, Paulo Victor; o historiador Francisco Maia Neto e o professor, escritor e diretor do Centro Cultural Virtual "Verdes Trigos", Henrique Chagas.
O local irá abrigar a Escola Municipal de Artes Professora Jupyra da Cunha Marcondes, um teatro municipal com capacidade para 700 lugares, quatro salas para ensaios de espetáculos teatrais e de dança, café e praça de alimentação, três galerias de artes plásticas, cinema, museu, laboratório de fotografia, flat para hospedar artistas e convidados e ala para parte administrativa da Secretaria de Cultura, que será transferida para o prédio. >>>>>


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28 de Julho de 2007

Lição de infografia: Reconstrução do Acidente do Airbus A320


Reconstrução do Acidente do Airbus A320
O El País.com deu show de didatismo com um infográfico sobre o acidente do avião da TAM em Congonhas. Veja aqui. "A animação do jornal EL País é uma "obra-prima" da infografia".




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Lligação telefônica via e-mail


Pedir para que uma pessoa ligue para seu e-mail parece ser um convite sem sentido, mas é o que a empresa israelense Yoomba está viabilizando aos internautas. Por meio de um serviço on-line, qualquer pessoa com um e-mail poderá usar mensagens instantâneas e telefonia via web. O processo de ligação via Internet é tão simples quanto o envio de e-mails, sem necessidade de registrar nem de lembrar números de telefone. Basta um clique em um convite enviado pelo amigo na forma de link e será possível conversar gratuitamente.
A base do serviço é uma tecnologia P2P que transforma cada máquina individual em uma colaboradora, gerando uma rede telefônica. Os usuários precisam apenas do computador e de um aparelho de telefone. As ligações entre computadores funcionam pelo compartilhamento de banda disponível entre os usuários, de forma semelhante à que já acontece em serviços como o Skype. De acordo com Elad Hemar, presidente-executivo da Yoomba, "até o momento, diversos serviços de mensagens instantâneas eram sistemas fechados. Nós permitimos que o usuário converse com todos os seus contatos de e-mail, reunindo-os em um só lugar".
O software da Yoomba permite que os usuários liguem para qualquer pessoa que disponha de um endereço de e-mail que funcione com Outlook, Outlook Express, Microsoft Hotmail, Yahoo Mail ou Google Gmail. "Essa é a nova internet. Não é mais a internet separada e dividida dos portais. Tomamos a única rede universal - a do e-mail - e criamos nosso serviço com base nela. Se você tiver meu e-mail, pode me ligar. Pode ligar até para quem não faça parte do sistema Yoomba". A empresa tem 20 funcionários e foi criada em Hertzlia (Israel), mas agora está sediada em Menlo Park (Califórnia-EUA), no escritório de um dos seus investidores.



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26 de Julho de 2007

A Segunda Guerra na ótica da literatura


Em agosto revista EntreLivros traz dossiê sobre o que há de melhor na produção literária sobre a maior guerra do século XX
Na há evento na história do século XX que tenha influenciado mais a cultura e o pensamento contemporâneo do que a Segunda Guerra Mundial. O conflito, que durou oficialmente de 1939 a 1945, é, até hoje, tema recorrente na produção cultural mundial. Nesse contexto, a EntreLivros de agosto apresenta um dossiê sobre a produção literária referente ao maior conflito bélico do último século. Dos relatos testemunhais escritos por quem passou pelo trauma da guerra, aos ficcionais que se preocupam em retratar o conflito, o dossiê apresenta livros que tratam de dor, sofrimento, angústia, solidariedade e esperança.
Abrindo a seqüência de artigos, Rodrigo Campos Castro analisa os lançamentos de Jonathan Littell, Norman Mailer e Günter Grass, ficcionistas de peso no cenário mundial, que chegam às livrarias brasileiras nas próximas semanas e que, em comum, têm a Segunda Guerra como tema. O dossiê traz ainda uma seleção com as 10 principais obras escritas por quem viveu o conflito nas cidades bombardeadas ou nos campos de concentração e extermínio. Nela figuram clássicos como "O Diário de Anne Frank", escrito pela jovem Anne Frank e publicado por seu pai, Otto e "