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28 de Abril de 2008

O mercado biográfico contra-ataca


O Estado de S. Paulo - 27/04/2008 - por Ubiratan Brasil
Neste domingo fez exatamente um ano que o juiz Tércio Pires comandou um acordo entre representantes do cantor Roberto Carlos e da Editora Planeta, evitando a abertura de um processo: alegando que sua privacidade havia sido invadida, o cantor queria interromper a venda de Roberto Carlos em detalhes (Planeta), biografia não-autorizada de Paulo César de Araújo. Foi a partir de algumas dessas discussões que o deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) se interessou em apresentar um projeto de lei que altera o artigo 20 da Lei Federal nº 10.406, justamente o evocado pelos biografados que se julgam maltratados. Na alteração, está a inclusão de um parágrafo, que pretende oferecer um fôlego ao trabalho dos biógrafos: "É livre a divulgação de informações biográficas sobre pessoas públicas ou que tenham participado de acontecimentos de interesse da coletividade." >> Leia mais

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26 de Abril de 2008

O livro do Sobel

Confesso que senti um certo mal estar ao receber o copião do livro do Rabino. Afinal, não se trata de um livro ou de uma pessoa qualquer. Fiquei com medo de escrever a seu respeito ou a respeito deste livro, já que estamos falando de um ícone. Foi o mesmo medo que senti quando recebemos a notícia das gravatas.

E agora? Nós, que estávamos acostumados e gostávamos de ser representados por aquela figura folclórica, de repente nos vimos órfãos, sem chão. Quem vai ser agora o embaixador dos judeus brasileiros?

Numa das passagens do livro, Sobel conta que sentou-se no chão do moadon da Casa da Juventude da CIP para conversar com 1.500 jovens. Eu, que não sou grande apreciador de rabinos, era um daqueles jovens que ficaram hipnotizados escutando as suas tentativas de falar português. Mas aquilo não é um rabino, pensávamos. Depois, mesmo convivendo de perto, custamos a nos acostumar com a novidade. Um rabino jovem, disponível, sem barba, cabeludo, que usava bermudas, ia para a piscina, jogava vôlei com a gente na Rua Antonio Carlos e admirava uma mulher bonita passando na rua. Que rabino é esse? [Moghrabi]

[nota] Estou lendo UM HOMEM, UM RABINO, de Henry Sobel. Gasto mais tempo que FHC, que fez o prefácio, e Moghrabi para ler a interessante biografia. Está sendo uma prazerosa leitura. Sobel, realmente, não é um homem qualquer, muito mais do que um ícone. Com a leitura, estou aprendendo muito. Aprendi que Mazal (sorte) envolve lugar (M - makom), tempo (Z - zman) e talento (L - limud) e isto Sobel sempre teve de sobra, esteve sempre no lugar certo e na hora certa. Algo que, confesso, também sou abençoado. Estou aprendendo muito e recomendo a leitura da biografia do rabino Henry Sobel.

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24 de Abril de 2008

Lei das Biografias: dê o seu pitaco!

Postado por Galeno Amorim - 17/4/2008 - 19h46
Repercutiu bastante, esta semana, a notícia dada aqui no blog sobre o projeto de lei que o deputado Palocci (PT-SP) apresenta nos próximos dias no Congresso para facilitar a vida de quem publica (ou, pelo menos, gostaria de...) biografias no Brasil. Escritores, editores, livreiros, jornalistas, dirigentes de entidades do livro e leitores em geral deram sua opinião. Numa reação à proibição, no ano passado, da biografia sobre o cantor e compositor Roberto Carlos, o debate esquentou e deu origem à proposta encampada pelo parlamentar. Conheça aqui o projeto de lei e mande sua opinião. Leia, abaixo, algumas delas. Veja mais no Fórum de Debates em Uma Lei pelas Biografias. =>>>> Leia Mais

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A ORIGEM DOS MEUS SONHOS


Neste livro, Barack Obama revela a sua história e a de sua família e a forma como ele vê e encara o mundo. Nascido da miscigenação de raças e culturas, ele é visto por muitos como um líder unificador, alguém que consegue transpor a barreira racial.

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14 de Abril de 2008

Proposta quer mudar o Código Civil

Blog do Galeno - 10/04/2008 - por Galeno Amorim
Ainda segundo Galeno Amorin, o projeto de lei que chegará nos próximos dias, pelas mãos do ex-ministro Palocci, à Câmara dos Deputados, é curto e grosso: quer modificar o artigo 20 da Lei 10.406, sancionada em janeiro de 2002 pelo presidente FHC, que tem servido de brecha para que a Justiça considere que esses livros fazem uso indevido, e para fins comerciais, dos direitos de imagem dos biografados. A idéia de modificar o Código Civil surgiu por ocasião da proibição da biografia do cantor e compositor Roberto Carlos. Conheça aqui a íntegra do projeto de lei. >> Leia mais

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26 de Março de 2008

Hay que endurecer


Reuters - 21/03/2008 - por Rosa Tania Valdés
Aleida March, viúva de Ernesto Che Guevara, está lançando um livro onde revela momentos íntimos de sua relação com o guerrilheiro morto em 1967 em região de selva na Bolívia. March e Guevara se casaram em 1959, cinco meses depois da revolução de Fidel Castro. Antes de se casar, March foi secretária pessoal de Guevara na guerrilha. Do casamento de oito anos, nasceram quatro filhos. "Em 'Evocación' estão minhas lembranças, não tenho vocação de escritora, conto em preto e branco minhas recordações mais queridas", disse March. Repleto de cartões postais, poemas, cartas e outros documentos pessoais, a obra será publicada na Itália, Espanha, Grécia e Sérvia. >> Leia mais

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8 de Março de 2008

Biografia é falsa, diz editora

Reuters - 05/03/2008 - por Emily Chasan
A história de Love and Consequences, uma autobiografia aclamada pela crítica sobre a infância de uma garota em um bairro de Los Angeles dominado por gangues, é inventada, disse a editora do livro, informando que irá retirar as 19 mil cópias do livro já distribuídas. A autora do livro, Margaret B. Jones, é na realidade Margaret Seltzer, que é branca, passou sua infância em Sherman Oaks, no sul da Califórnia, e estudou em um colégio particular anglicano, informou na terça-feira (04/03) o The New York Times. O selo Riverhead Books, do grupo Penguin, que publicou o livro, vai devolver por meio das livrarias o dinheiro das pessoas que compraram o livro e se sentiram lesadas, disse Margaret Ducksworth, porta-voz da editora. O incidente é o mais recente a desacreditar o setor editorial. >> Leia mais

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PAUL BOWLES: autobiografia e contos de um viajante sem volta, por Chico Lopes

Paul Bowles como escritor e personagem começou a me despertar interesse - como acho que em quase todo mundo que o leu - pelo filme "O céu que nos protege", de Bernardo Bertolucci. O filme mexeu com gente menos convencional, precisamente por tratar de dois viajantes nada convencionais, Paul e sua mulher, Jane Auer. Bem óbvio que eles eram a fonte direta de inspiração do casal vivido no filme por John Malcovich e Debra Winger.
Nos anos 90, com esse sucesso cinematográfico obtido em nichos mais intelectualizados, houve um interesse editorial pela obra de Bowles no Brasil e, na ocasião, comprei dois livros seus editados pela Rocco, "Chá nas montanhas" e "Um amigo do mundo", que ainda, com sorte, podem ser encontrados em sebos e promoções.
Uma escritora amiga, Yara Camillo, falou-me de Bowles no final do ano passado e se referiu a uma autobiografia do escritor que eu não conhecia: "Tantos caminhos", lançada no Brasil pela Martins Fontes (edição de 1994).
Yara acabou me emprestando "Tantos caminhos" e mergulhei na leitura. Achei o livro muito interessante, decisivo para se entender a personalidade do escritor a partir de sua vida, e é uma pena que seja item de sebo, porque muita gente poderia se aproveitar da leitura. Poderia ser reeditado, mesmo com a onda Bowles tendo passado. Aliás, uma das vantagens da "poeira assentada" na questão das modas literárias é que se pode conhecer melhor um autor e sua obra tempos depois que o incensamento automático e duvidoso já sumiu de vista e os consumidores de cultura, tão fúteis, novidadeiros e desmemoriados quanto quaisquer outros, nem têm mais nada a dizer a respeito de dada figura e de seus livros. Com paixões e foguetórios apagados, faz-se um juízo mais sóbrio do que houve (tem-se a impressão de que essas ondas são ainda mais levianas entre nós, porque pouca gente lê de fato o que diz estar lendo; quase tudo é citação vaga para impressionar patotinhas presunçosas). ==>>> LEIA MAIS

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3 de Março de 2008

O estranho caso da biografia inventada

Folha de S. Paulo - 02/03/2008 - por Robert Fisk
Eu o recebi em Beirute num embrulho simples, um envelope pardo contendo uma pequena brochura em árabe, acompanhada de um bilhete de uma amiga egípcia. "Robert!", dizia. "Você realmente escreveu isto?" A capa trazia uma foto do ditador iraquiano Saddam Hussein sendo julgado em Bagdá, o lado esquerdo de sua cabeça em cores, o direito desbotado, vestindo um paletó esporte preto, mas sem gravata, segurando um Corão na mão direita. Saddam Hussein, dizia a capa em grandes letras. "Do nascimento ao martírio." E depois vinha o nome do autor - em um belo tipo caligráfico dourado, no canto superior direito. "Por Robert Fisk." Então lá estavam, 272 páginas de brochura sobre a vida e os tempos do Hitler de Bagdá - e vendendo bem na capital egípcia. "Todos suspeitamos de um homem muito conhecido aqui", ela acrescentava. "Chama-se Magdi Chukri." Pois eu não escrevi esse livro. Não se tratava de plágio. Era fraude. >> Leia mais

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28 de Fevereiro de 2008

Da infância à 'descida'

Além de fechar acordo trabalhista milionário com a Confederação Israelita Paulista, Henry Sobel quer agora transformar o episódio do furto das gravatas no impulso para a venda de sua biografia, "Um Homem Um Rabino". A Ediouro triplicou a tiragem inicial de 10 mil para 30 mil cópias. "Uma das personalidades mais complexas de nosso tempo", segundo o texto na contracapa, o rabino contará "com coragem e dignidade raras" desde a infância até o "episódio estranho" de sua detenção nos EUA -"uma descida aos infernos", segundo o livro. (Mônica Bergamo - FSP)


Ao longo de mais de trinta anos de trabalho na Congregação Israelita Paulista, Henry Sobel tornou-se a face mais conhecida da comunidade judaica brasileira. Sua influência, porém, estendeu-se para muito além dos limites do rabinato; a atuação como defensor dos direitos humanos, o empenho pelo diálogo inter-religioso e as posições políticas liberais o colocaram em constante evidência na história recente do país. Neste livro, Sobel recompõe toda a sua trajetória, da infância em Nova York às tensões pelas quais passou durante a ditadura militar no Brasil; dos dilemas da juventude aos recentes acontecimentos que o levaram aos noticiários e que acabaram por precipitar seu desligamento da CIP - uma descida aos infernos descrita com coragem e dignidade raras. Em suas memórias, Henry Sobel discute diferentes aspectos da doutrina judaica, revela episódios decisivos que testemunhou ou protagonizou, expõe suas contradições, dúvidas e temores. Mostra-se ao leitor como é - um líder religioso de extraordinário carisma, um homem de fé comprometido com os embates de seu tempo, um ser humano com a grandeza de reconhecer seus erros e acertos.

Publicação prevista para: 25/3/2008
Previsão de envio a partir de: 25/3/2008

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26 de Fevereiro de 2008

Mesmo morto

Folha de S. Paulo - 26/02/2008 - por Mônica Bergamo
Em editorial, a revista "The Economist" prevê que "mudanças reais em Cuba só vão começar depois da morte de Fidel". Não é o que pensa o próprio. Em 2005, ao falar da sucessão em entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, do francês "Le Monde Dimplomatique", Fidel disse: "Que nossos inimigos não se iludam; eu morro amanhã e minha influência pode crescer". Mônica Bergamo lembra que na entrevista, publicada no livro Biografia a duas vozes (Boitempo), Fidel diz ainda que "o dia em que eu morrer de verdade ninguém vai acreditar. Poderia andar como Cid Campeador [referência a personagem do século 11], que mesmo morto era levado a cavalo para vencer as batalhas".


'Fidel Castro - Biografia a duas vozes', do jornalista franco-espanhol Ignacio Ramonet, é o resultado de cem horas de entrevista com Fidel Castro. Um livro fundamental para conhecer a vida, as idéias e a versão pessoal de um dos mais polêmicos líderes políticos dos últimos 50 anos. O livro apresenta sua trajetória desde a educação jesuíta de filho de latifundiário até sua transformação em guerrilheiro. A tentativa de tomada do quartel Moncada, quando é preso e exilado de Cuba, o encontro com Che Guevara no México e a longa relação entre os dois, os anos de combate na guerrilha e o início da revolução. Fidel também se defende das polêmicas sobre perseguição a dissidentes e homossexuais em Cuba, a imigração de cubanos para os Estados Unidos, a existência da pena de morte na ilha, a questão da sua sucessão e o futuro da revolução. Bastidores de momentos importantes da história são contados do ponto de vista do dirigente cubano, como a crise de outubro de 1962 entre a União Soviética e os Estados Unidos. A participação de Cuba na luta pela independência dos países africanos e a sobrevivência à derrocada do bloco soviético também são analisadas. Fidel comenta a situação política contemporânea - Globalização, José Maria Aznar, Tony Blair, George W. Bush e a guerra do Iraque, terrorismo, meio ambiente e os movimentos e governos de esquerda e centro-esquerda da América Latina. Com apresentação de Fernando Morais, tradução e texto de orelha de Emir Sader, fotos que cobrem os principais momentos da vida do dirigente, uma cronologia e um índice remissivo, esta é uma obra fundamental para conhecer o pensamento do principal protagonista da Revolução Cubana.

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24 de Fevereiro de 2008

RIMBAUD e JACK KEROUAC: o prazer e o luto das biografias, por Chico Lopes

Ultimamente, diante da dificuldade para se comprar livros devido aos preços assustadores, tenho me inclinado para títulos que sempre quis ler disponíveis em sebos e promoções (basta ter paciência e sair à procura) ou para edições que têm preços mais justos para um brasileiro comum, de poder aquisitivo claramente limitado. Entre esses livros, comecei a comprar os da editora L&PM, pockets de gêneros muito diversificados, capazes de atrair, pela fama dos autores e mesmo pela audácia de certas edições. De cara, mergulhei nos muitos Bukowskis que a editora oferece. Depois, fui vendo outros títulos, e decidi que tinha que ler um clássico que todo mundo parece conhecer, mas no qual eu nunca pegara: "On the road", de Jack Kerouac. O livro andava sendo de novo comentado por conta de uma adaptação cinematográfica que teria, sob direção de Walter Salles, nos EUA. O filme estaria sendo produzido e seria lançado neste 2008. Mas, de nada mais sei. Em todo caso, valeu o clima de comentário, porque isso me fez ir ao livro, que é de fato fundamental, ainda que muita coisa tenha envelhecido.
Daí, dos Bukowskis, fui para os Kerouacs que a editora também oferece. Li "Os vagabundos iluminados", constatando que nele, infelizmente, Kerouac é derivativo, quando não desigual, auto-indulgente (o budismo devocional do livro é particularmente cansativo e redundante) ou simplesmente chato. Mas, não desanimei, porque a prosa de Kerouac, cheia desses defeitos, é também marcada por lampejos de uma força poética sempre considerável, e comprei "O viajante solitário", em que o clima de "On the road" dá melhor as suas caras. A impressão que se tem é que Kerouac foi vítima da tremenda fama adquirida por "On the road" do ponto de vista do mercado editorial e acabou tendo muita coisa sua, informe e sem interesse, publicada por questões mercadológicas, já que seu nome passou a valer ouro. Estas leituras me fizeram ter a curiosidade de saber melhor da vida dele, e, para isso, a L&PM também oferece um título: a sua biografia, escrita por Yves Buin. Basta lê-la e se descobrirá que Kerouac foi mesmo vítima da fama de seu maior livro. E que, infelizmente, não é um ser humano muito agradável. Ler esta biografia pode ser de uma tremenda importância para seus admiradores neófitos, e suponho que os tenha aos montes no Brasil, devido à lenda, que atravessa gerações. ++++++++++

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19 de Fevereiro de 2008

Tuna Dwek lana biografia sobre Denise Del Vecchio

Coragem, independência, versatilidade e compromisso político definem o percurso da atriz e diretora Denise Del Vecchio, que conta sua vida pessoal e artística em Memórias da Lua, depoimento concedido à jornalista e atriz Tuna Dwek e publicado pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. O lançamento será no dia 25 de fevereiro, a partir das 19 horas, no Bar Teatrix (Rua Peixoto Gomide, 1066), entre a Al. Santos e Al. Jaú. Tel 11 3285 0939, em São Paulo.

Denise começou muito jovem, com pouco mais de 18 anos, no Teatro de Arena, no início dos anos 70. Depois, montou uma companhia na Zona Leste de São Paulo que se apresentava em espaços pouco convencionais, passou a dividir seu tempo entre os palcos e a televisão e, mais recentemente, fundou uma escola de teatro.

Para Tuna, Denise Del Vecchio é desses exemplos raros e preciosos de coerência entre a vida e a arte: “Avessa a qualquer situação capaz de  tolher a liberdade humana, Denise sempre que possível optou por personagens de forte impacto, libertárias e comprometidas com alguma luta interior. Desafiando limites, existências angustiadas  ou enfrentando inimigos declarados como a Censura e a repressão impostas pela de tão triste memória  Ditadura Militar, Denise assumiu os  riscos indissociáveis da consciência coletiva que reinava no universo teatral nas décadas de 60 e 70”. +++++++

E para comemorar, show especial de André Frateschi e Miranda com uma super banda!

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18 de Fevereiro de 2008

Olga, 100 anos

Judia alemã, vítima do Holocausto, Olga Benário Prestes, que estaria completando 100 anos na terça-feira passada (dia 12 de fevereiro), será homenageada na Alemanha. A exposição "pedra de tropeço", pequena placa de latão cravada nas calçadas dos prédios onde moraram vítimas do Holocausto, será inaugurada por sua filha, a professora Anita Prestes, em frente ao último endereço que Olga ocupou em Berlim.

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13 de Fevereiro de 2008

A hora do espanto

Folha de S. Paulo - 13/02/2008 - por Mônica Bergamo
Paulo Coelho guarda, em sua caixa de e-mails, mais de 10 mil mensagens que recebeu quando apoiou a candidatura de Lula à Presidência, em 2006. Destas, 9 mil são de protestos. A história estará na biografia que Fernando Morais está fazendo sobre o mago. Morais colocou um ponto final no livro, de 663 páginas, há poucos dias e já enviou os originais à editora Planeta e à Sant Jordi. Segundo Mônica Bergamo, a obra será lançada em 25 países. >> Leia mais

Pode-se questionar a qualidade literária do escritor, mago, bruxo e etecétera PAULO COELHO, mas louve-se que é corajoso e senhor de suas próprias idéias. Pessoalmente não gosto da literatura mística de PC, mas este artigo publicado na Folha (02/05/2007) o redime. Passei de gostar de Paulo Coelho, talvez sequer venha a ler algum dos seus livros, mas já posso dizer que gosto do Paulo Coelho. Leia o seu corajoso artigo, que está aqui linkado:

LINKS RELACIONADOS

  1. O que é "contexto desfavorável"?
  2. "Pirate Coelho".
  3. Paulo Coelho convida fãs para produzir filme
  4. O jogral de Nossa Senhora, por Paulo Coelho
  5. O estilo não-literário, por Manuel da Costa Pinto
  6. Pancadaria em Paulo Coelho
[nota] Admiro a postura do Paulo Coelho, apesar de não gostar dos seus livros. Ele teve a coragem de se posicionar num momento crítico da história do Brasil. Até então, a última eleição difícil foi a de Collor, era todo mundo contra o Lula, aquele torneiro mecânico inculto e ignorante. A turma do Collor não mediu as conseqüencias para vencer aquelas eleições, a mídia naquela época não estava do lado do metalúrgico. Nestas útlimas eleiçoes, as paixões afloraram como se pudesse haver um day after tenebroso. Paulo Coelho teve coragem, que Roberto Carlos não teve, preferiu não se posicionar, afinal existe um reinado a preservar perante a classe pobre (que não compra cds) que votou no Lula. Realmente acredito que Paulo Coelho tenha levado uma enorme pancadaria, o mago não previu a repercussão do seu depoimento. Aqui no blog, nas poucas manifestações quase imparciais, também leveu muita pancada e xingamento (foi necessário acionar o sistema de moderação dos comentários), imagina quem se manifestou em pleno horário eleitoral. [6/11/2006]

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9 de Fevereiro de 2008

Desespero e melancolia, por Manuel da Costa Pinto.

Biografia do compositor Álfred Shnittke revela tensão entre liberdade e rigor que atravessa a arte soviética

HÁ DEZ ANOS, "surgiu na indústria fonográfica um selo intitulado "Musica Non Grata", sob o qual se reuniam compositores -como Edison Denisov e Galina Ustvolskaya- que tinham caído em desgraça na extinta União Soviética. Dentre eles, um nome que os críticos não hesitam em citar ao lado dos maiores do século 20: Álfred Shnittke (1934-1998).

Pouco conhecido mesmo entre o escasso público da música contemporânea, esse artífice do "poliestilismo" acaba de ganhar biografia escrita pelo pesquisador brasileiro (e médico) Marco Aurélio Scarpinella Bueno. "Shnittke: Música para Todos os Tempos" é um livro para todos e não exige conhecimentos musicológicos profundos. Exige, porém, um leitor atento à forma nada óbvia pela qual a invenção reverbera as harmonias e dissonâncias de seu tempo -fenômeno muito menos evidente na música do que nas linguagens da literatura ou das artes plásticas. => LEIA MAIS

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7 de Fevereiro de 2008

Cartas inéditas de Rosa

O Globo - 03/02/2008 - por Rachel Bertol
De 1946 a 67, ano de sua morte, o escritor João Guimarães Rosa - que em 2008 tem seu centenário de nascimento celebrado - manteve ininterrupta e calorosa correspondência com o também diplomata Mário Calábria, que mora em Berlim. Em 1946, Calábria ingressou no Itamaraty e teve Rosa como seu primeiro chefe. Serviu sob o comando do escritor pouco tempo, mas a amizade durou para sempre. A convivência começou intensa, já que Calábria participou da "luta" do autor contra os tipógrafos de Sagarana, a estréia literária de Rosa, justamente em 46. Nunca mais se afastaram. Há um ano, o poeta Alexei Bueno recebeu de Calábria, em Berlim, as cerca de 130 cartas que recebeu do autor ao longo da vida. O valioso conjunto é inédito, e Bueno procura uma editora para publicá-lo. Nas cartas, diz Bueno, Rosa "esclarece detalhes fascinantes de sua visão do mundo". >> Leia mais

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15 de Janeiro de 2008

Por um rastro de paz

Jornal do Brasil - 12/01/2008 - por Marcelo Migliaccio
O jornalista Guilherme Fiuza está de parabéns. Autor da biografia do músico e produtor João Guilherme Estrella, ele conseguiu escrever um texto em terceira pessoa que parece ter saído da boca do biografado. A interação dos dois - que são primos - faz com que o livro Meu nome não é Johnny (Record, 336 pp., R$ 44) não tenha uma palavra fora do lugar, um termo mal empregado, uma gordura a cortar. A leitura é frenética, como as festas regadas a cocaína pura promovidas por Estrella em seus tempos de barão do pó. O final do livro, como o amanhecer nas noites de muita doideira, chega antes do esperado. Mas, ao contrário da ressaca depressiva provocada pela droga, a sensação ao cabo da última página é de paz, e não de angústia. >> Leia mais

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17 de Dezembro de 2007

Não posso e não devo me calar

Folha de S. Paulo - 17/12/2007 - por Paulo Cesar de Araújo
É lamentável que Roberto Carlos tenha entrado na Justiça sem ao menos ter lido a sua biografia, Roberto Carlos em detalhes. "Fizemos um resumo para ele", confessa o advogado Marco Antônio Campos. Se o resumo que o advogado fez ao cantor foi o mesmo que está na queixa-crime e propaga em entrevistas, está finalmente explicado por que Roberto Carlos ficou tão furioso com um livro que engrandece a sua vida e a sua arte. E agora também finalmente sabemos a que ele estava se referindo quando, na primeira manifestação contra o livro, disse em entrevista coletiva que nele haveria "coisas não verdadeiras". Ou seja, diante de toda a imprensa brasileira, um dos maiores artistas do país desqualifica o trabalho de um profissional apenas baseado num resumo adulterado que lhe foi fornecido por colaboradores. >> Leia mais

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15 de Dezembro de 2007

100 anos de Oscar Niemeyer

 

Teatro Oscar Niemeyer , conhecido como Teatro Popular, em Niterói, (RJ). A inauguração marca o início das comemorações do centenário do arquiteto

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Livro de Ricardo Ohtake conta a trajetória dos 100 anos de história de Niemeyer

Não há quem duvide que o arquiteto Oscar Niemeyer será um dos únicos, senão o único brasileiro ainda lembrado no século 30. Folha Explica Oscar Niemeyer segue os 100 anos de vida deste grande arquiteto. Começa por trabalhos anteriores ao do conjunto da Pampulha - projeto pioneiro de novas faces da arquitetura no mundo -, passando por várias obras emblemáticas, como o Edifício Copan e o conjunto do Parque Ibirapuera, até a criação de Brasília em 1960 e chegando a projetos mais recentes como o Sambódromo, o Memorial da América Latina e o Museu de Niterói.

 

PARABÉNS OSCAR NIEMEYER.

Saúde e sorte é o que desejamos neste dia único. 100 ANOS não é para qual um, mas quem tem as linhas desenhadas pelo Criador, mesmo sendo comunista, tem o direito de viver mais de 100 anos. Viva Oscar Niemeyer.

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Oscar Niemeyer completa cem anos hoje no Rio

O arquiteto Oscar Niemeyer completa cem anos neste sábado no Rio de Janeiro e faz uma festa na Casa das Canoas, projetada por ele e recentemente tombada pelo Iphan (Instituto Nacional do Patrimônio Histórico Nacional).

Niemeyer se tornou um símbolo da arquitetura moderna brasileira e deixou suas marcas nas principais cidades do país: São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro e arredores.

Brasília abriga, talvez, o conjunto de obras projetadas pelo arquiteto de maior expressão na mídia. Segundo a urbanista Raquel Rolnik, que morou na cidade, Niemeyer foi bem sucedido lá ao trabalhar com a linha do horizonte e estabelecer uma comunicação efetiva com a paisagem natural do Brasil central. Rolnik levanta tal característica como uma das grandes vantagens da arquitetura de Niemeyer, independentemente do local.

Comprometido com suas idéia, Niemeyer possui uma linha política de esquerda anunciada e bem definida há diversas décadas. Ele chegou a ter de se exilar nos anos 60, devido a ascensão dos militares ao poder no Brasil. Conheça a cronologia do arquiteto.

No final de novembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou ao arquiteto a Ordem do Mérito.

O edifício Copan, no centro de São Paulo, há alguns dias exibe um 100 em sua conhecida fachada, também em homenagem ao arquiteto.

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5 de Dezembro de 2007

MARCELO BIRMAJER: uma entrevista exclusiva para VerdesTrigos.

VerdesTrigos atravessou a fronteira da lingua portuguesa, é muito lido e acessado por visitantes de lingua espanhola: da Argentina, Uruguai, Paraguai ou Bolivia, entre outros. Motivo pelo qual temos recebido emails de visitantes destes paises amigos, que querem nos conhecer e também dar-se a conhecer. Da Argentina, tivemos a grata satisfação de ler "Histórias de Homens Casados", do escritor Marcelo Birmajer, cujo livro inicia com "Um conto de Natal". Absorvido pela prazerosa leitura, adquiri "El Once", em lingua espanhola, as histórias do bairro de Once, em Buenos Aires, onde se criou Marcelo Birmajer e onde se passa quase a totalidade de sua ficção. Em "El Once", o leitor encontra o retrato deste populoso e singular bairro portenho, tanto do ponto de vista afetivo e pessoal do autor.


Assim, através da jornalista argentina ZaiDe Moz, Verdes Trigos entrevista Marcelo Birmajer:

MARCELO BIRMAJER
EL ARTE DE CONTAR HISTORIAS
Escritor, periodista y guionista, Marcelo Birmajer nació en Buenos Aires un 29 de noviembre de 1966. Muy jóven publicò en el periòdico "Nueva Presencia" y fue corresponsal en Argentina de la revista israelí "Nueva Aurora".

LEIA A ENTREVISTA EXCLUSIVA (em espanhol)

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3 de Dezembro de 2007

Obra sobre papa peca por exageros

Folha de S. Paulo - 01/12/2007 - por Leandro Beguoci
A editora Planeta lança no Brasil O poder e a glória (Planeta, 597 pp. R$ 54,90) de David Yallop, espécie de biografia não-autorizada do pontificado de João Paulo 2º, e reacende a discussão sobre o lado obscuro do Vaticano. Como dizia Antônio Vieira em 1655, no "Sermão da Sexagésima": "Para falar ao vento, bastam palavras; para falar ao coração, são necessárias obras. A nossa alma rende-se muito mais pelos olhos do que pelos ouvidos". É dessa fórmula que o autor, o jornalista inglês (e católico) David Yallop, 70, tenta se valer - basta que se troque "obras" por "informações". Ele pesquisou durante 17 anos arquivos da CIA, do Vaticano e do governo dos EUA para mostrar como a Igreja Católica protegeu pedófilos e deu apoio a ditadores durante os 27 anos do pontificado de João Paulo 2º - aclamado santo após a morte. >> Leia mais

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17 de Novembro de 2007

Eladia Blázquez, pasión porteña; por Zaide Moz *

Eladia Blazquez (1931-2005) Argentina. Pianista, guitarrista, compositora, autora, cantante. Apodada “la Discépolo con faldas”. Un ser humano con sensibilidad exquisita, comprometida con la vida y la gente. Una grande de verdad que supo honrar la vida.
Nació un 24 de febrero de 1931 en Avellaneda - zona sur de la provincia de Buenos Aires. Hija de inmigrantes españoles, creciò en una casa modesta de un barrio humilde. Debutò profesionalmente en radio Argentina, a los ocho años, con un repertorio popular español. A los 11 escribió su primera composición, el bolero "Amor Imposible". En 1957, publico la canciòn melòdica "Humo y Alcohol.". A los 20 realizò la obra "Mi vinito de jerez" en homenaje a Federico García Lorca.
Compuso canciones en variados estilos y sus intèrpretes tambièn lo fueron…pero en un momento…"sin darse cuenta, empezó a hablar de Buenos Aires"… En 1968, la balada "No es un juego el amor" ganó el Festival Buenos Aires de la Canción. En 1970 presenta su primer disco de tango donde interpreta algunos de sus mejores temas: "Contame una Historia", "Sin Piel"; ""Mi ciudad y mi gente" con el que vuelve a ser premiada en el Festival de la Canción, "Sueño de Barrilete"…. =>>> + + + +

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13 de Novembro de 2007

Todos os segredos

Folha de S. Paulo - 12/11/2007 - por Mônica Bergamo
O rabino Henry Sobel vai dedicar um capítulo de seu livro a Lula e Fernando Henrique Cardoso. E outro ao que chama de "dinâmica da política da comunidade judaica no Brasil". "Vou contar todos os segredos", diz Sobel para a coluna de Mônica Bergamo. "Não sei se vai vender. Mas garanto que a leitura será muito interessante". >> Leia mais

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11 de Novembro de 2007

'MEU VELHO CENTRO', histórias do coração de São Paulo

O jornalista Heródoto Barbeiro nasceu, cresceu e ainda hoje vive no Centro de São Paulo. As características e as mudanças pelas quais passaram esse lugar agitado são contadas com emoção em 'Meu velho Centro', que mescla a história da cidade com a vida do autor. Neste livro, Heródoto conta da fundação de São Paulo por jesuítas perto da praça da Sé, ao renascimento do autor que, criança, sobreviveu a um atropelamento de bonde. Das transformações com o ciclo do café, as indústrias e levas de imigrantes, que fizeram da província uma metrópole, às suas aventuras de garoto com carrinhos de rolimã. As manifestações políticas na Sé, o carnaval paulistano, a convivência de japoneses, afro-descendentes, italianos, nordestinos e das 'polacas' que fizeram a diversidade de São Paulo. O livro traz ainda curiosidades do presente, como as missas em italiano e espanhol rezadas na igreja Nossa Senhora da Paz. E do passado, como o parque de diversões Shangai, campos de várzea, cinemas e mesmo rios que desapareceram, enterrados pelo crescimento desenfreado da cidade. Tudo ilustrado com fotos pessoais de Heródoto Barbeiro, e imagens do atual centro de São Paulo, do fotógrafo Ricardo Hara. O lado íntimo e humano de São Paulo, tão esquecidos e negligenciados, são o grande charme e mérito de 'Meu velho Centro'. O livro promove um reencontro dos paulistanos com sua identidade. Conheçamos o Centro, convida-nos Heródoto Barbeiro, e talvez descubramos que ele está mais vivo do que nunca.

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9 de Novembro de 2007

Biografia de bispo esgota e editora prepara mais 160 mil exemplares

Menos de um mês após seu lançamento, O bispo (Larousse, 276 pp., R$ 39,90) , biografia autorizada do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal e dono da Rede Record, que teve tiragem de 700 mil exemplares, esgotou. O diretor-geral da editora Larousse, Fábio Godinho, anunciou esta semana uma tiragem extra de 160 mil exemplares. "Esta obra é um marco na história do mercado editorial brasileiro", afirma. A obra foi escrita por Douglas Tavolaro (diretor de Jornalismo da Record) e a jornalista Christina Lemos (repórter de política do Jornal da Record).

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7 de Novembro de 2007

ERIC CLAPTON - AUTOBIOGRAFIA

Eric Clapton é muito mais que um rock star. Apresentou-se ao redor do mundo em shows disputadíssimos e é um artista fundamental no desenvolvimento musical de toda uma era. Sua maneira de tocar o fez ser chamado de 'Deus'. Composições como 'Layla', 'Sunshine of your love', 'Wonderful tonight' e 'Tears in heaven' são inesquecíveis para várias gerações de fãs de música. Neste livro, Clapton conta a história de sua viagem profissional e pessoal sem esconder nada, numa das memórias mais arrebatadoras de nosso tempo.

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3 de Novembro de 2007

Poema inspira Memorial Portinari

Folha de S. Paulo - 01/11/2007 - por Danielle Castro
"Pedirei ao anjo as asas emprestadas para sobrevoar o meu passado." O verso, do poema "O Menino e o Povoado", de Candido Portinari (1903-1962), um dos principais artistas do modernismo brasileiro, tem servido de argumento para o traslado dos restos mortais do pintor, hoje no cemitério São João Batista, no Rio, para Brodowski (339 km ao norte de São Paulo), sua cidade natal. Para a mudança, será construído o Memorial Portinari, com projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer. Outro projeto em curso envolve a memória do artista e, coincidentemente, inclui o verso que deu início à idéia do memorial: o relançamento de uma coletânea de poemas de Portinari selecionados por Manuel Bandeira e reunidos em livro dois anos após a morte do pintor. Esgotado nas duas primeiras edições, o volume será relançado em maio de 2008. >> Leia mais

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31 de Outubro de 2007

Reverenciado e criticado

PublishNews - 31/10/2007
A reportagem biográfica O bispo - A história revelada de Edir Macedo (Larousse, 276 pp., R$ 39,90) recebeu uma tiragem inicial de 700 mil exemplares e traz a trajetória desconhecida do líder da Igreja Universal do Reino de Deus - um homem que é, ao mesmo tempo, reverenciado e criticado, e que rompe um silêncio de 12 anos para falar sobre a sua vida. Escrito por Douglas Tavolaro (diretor de Jornalismo da Record) e a jornalista Christina Lemos, (repórter de política do Jornal da Record). Para escrevê-la, os autores entrevistaram Macedo durante 40 horas e ouviram outros 149 entrevistados nos últimos 14 meses, em 13 cidades de sete países diferentes, como África do Sul, Argentina, EUA e Equador.

Após 15 anos sem falar com a imprensa, o bispo Edir Macedo rompe o silêncio e revela tudo sobre sua vida neste livro - uma reportagem biográfica completa. Ele trata de assuntos polêmicos, abre sua intimidade e responde sobre todos os episódios marcantes vividos por ele nos últimos anos, além de contar detalhes do funcionamento de sua organização religiosa e como comprou a TV Record e a transformou na segunda rede de televisão do país.

Compre o livro: O bispo - A história revelada de Edir Macedo