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16 de Março de 2008

Literatura Fantástica resgata uma conspiração renascentista em aventura inédita

O que você faria se tivesse um negócio na Internet e quisesse que crescesse?

Esse foi o pensamento de Roger Briggs, filho de uma família de judeus, quando colocou um anúncio num jornal em busca de investidores para sua loja virtual. Quando o misterioso pesquisador dos sonhos, conhecido como dr. Varshae, apareceu oferecendo mais do que Roger precisava, a desconfiança foi imediata. Mas o dinheiro estava garantido por seu advogado, que disse estar tudo de acordo. A única condição de Varshae era que o novo sócio fosse com ele para Roma, a cidade eterna, para comemorar a nova fase do empreendimento. E que a simpática noiva de Roger, Liz, fosse junto.

Roger informa Liz e a irmã dela, Emile, de que passarão um fim de semana na bela Itália. Liz está fascinada com as perspectiva de passar alguns dias na Europa, de onde saiu após a morte de seus pais no atentado de 2004 em Madri. Emile, recém-convertida ao kardecismo, não vê tal viagem com bons olhos. Mesmo assim resolve acompanhar o casal.

Em Roma um frade franciscano, que Emile conheceu em São Paulo, aparece, sempre de olho. Há uma certa atração entre o religioso e Emile, algo que ela explorará como se fosse uma curiosidade, mas que amedronta ele. Afinal, o frade não pode decepcionar seu mestre nem deixar de fazer o quem ele manda.

Apesar da amizade entre Roger e Varshae ainda estar tomando forma, Emile se convence de que forças sobrenaturais podem estar em ação. Em contato constante com seu orientador espírita, ela usa seus conhecimentos sobre a doutrina do espiritismo para identificar melhor a ameaça que paira sobre suas cabeças.

Até que o grupo vai assistir uma palestra numa pensão próxima ao Vaticano ministrada pelo frei Edgar, o “gatinho” de Emile. O assunto não poderia ser mais estranho: a lenda do judeu errante, o homem que foi amaldiçoado por Cristo por recusar-lhe descanso. No intervalo do evento Liz é seqüestrada e um bilhete incita Roger para que vá até Florença, onde ele poderá resgatar sua noiva e conhecerá mais sobre o passado de seus pais.

Apenas Varshae sabe o que o perigoso frei Francis Cello, o mestre de Edgar, está planejando. Algo que poderá levar a um confronto entre as almas de pai e filho que, um dia, foram inimigos mortais na Florença dos Médici. E desse encontro a verdade sobre as atuais encarnações de cada personagem, bem como seus papéis nas atuais reencarnações, será revelado. Com conseqüências desastrosas e um desfecho totalmente inesperado.

Numa narrativa que mistura elementos da história do Renascimento italiano com conspirações religiosas, os personagens embarcam numa viagem que mostrará o que sua fé poderá fazer para salvar suas almas e saldar os débitos de vidas passadas. Espiritismo, reencarnação e grandes nomes do Renascimento de Florença aparecem neste romance de mistério do mesmo autor do best-seller SOCIEDADES SECRETAS (que já vendeu mais de 70 mil exemplares) e INVESTIGAÇÃO CRIMINAL.

Sobre o Escritor:

Sérgio Pereira Couto é jornalista, escritor e especialista em esoterismo, história antiga e medieval e ciência criminal. Foi editor e repórter de revistas como Ciência Criminal, Discovery Magazine, PC Brasil e Geek! Possui textos e artigos publicados em diversos veículos dentre eles Galileu e Planeta. É autor de 17 livros, com mais de cem mil exemplares vendidos somente no país, entre eles os best-sellers Sociedades Secretas e Investigação Criminal.

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21 de Fevereiro de 2008

A ESCOLA DOS DEUSES narrado por Stefano Elio D’Anna

O mundo é como uma goma de mascar:
assume a forma dos seus dentes.”
Dreamer

O livro A Escola dos Deuses relata o encontro do protagonista com um ser extraordinário, o Dreamer, o qual lhe relata as idéias e os princípios sobre os quais o protagonista constrói a si mesmo e, em seguida, funda uma Escola. É também o manifesto de uma revolução individual, um plano de fuga para escapar da prisão da mediocridade, de uma vida mecânica e repetitiva, sem originalidade e alegria.

O encontro do protagonista com o Dreamer é o ponto de partida para uma “viagem” que leva o “eu narrante” a repercorrer o seu passado para modificá-lo e curar as feridas ainda abertas, os nós ainda não desfeitos. É uma viagem de “retorno à casa”, em busca da própria unicidade e originalidade.

O Dreamer indica o caminho pelo qual podemos ouvir a nós mesmos, chegar às partes mais internas do nosso ser, sair das prisões mentais representadas pelo medo e pela dúvida, libertar-nos das armadilhas representadas pelos papéis e hábitos, pela idéia de tempo que concebemos. Revela-nos A Arte de Sonhar.

“Business será a religião do planeta, a religião das religiões. Estão nos Business, mais do que nos conventos, nas mesquitas ou nos ‘ashrams’, os homens empenhados em um esforço titânico em direção à liberdade. Estão nos arranha-céus das multinacionais, nos templos de finanças, mais do que nas sinagogas e nos monastérios, os homens que estão tentando o impossível: reverter a visão que têm,  mudar seus destinos.” (palavras do Dreamer, em A Escola dos Deuses – Editora ProLíbera)

Ao seguir as pegadas de um ensinamento desconhecido, o manuscrito milenar The School for Gods escrito pelo singular filósofo Lupelius, um legendário monge-guerreiro, o protagonista reencontra a si mesmo e recebe do Dreamer a tarefa de fundar uma nova Escola, uma universidade sem fronteiras (assim foi fundada a escola européia de Economia, a ESE – European School of Economics). 

A obra dirige-se aos venturosos da vida que procuram a essência das coisas, o retorno à completude, ao estado de integridade do qual o ser humano se esqueceu. Dirige-se a empreendedores, a sonhadores pragmáticos, capazes de harmonizar – como propõe o Dreamer – os aparentes antagonismos: Economia e Ética, ação e contemplação, poder financeiro e amor. Folheando suas 400 páginas, percebe-se que não existem personagens, senão o próprio leitor que se identifica como o verdadeiro e único protagonista da obra.

A Escola dos Deuses é sucesso editorial, um best seller com 100 mil exemplares vendidos na Turquia e de lançamento festejado na Itália e na Grécia. A edição em romeno deverá ser lançada em 2008, enquanto traduções em inglês, alemão e hebraico estão sendo finalizadas.  Site do livro: www.theschoolforgods.com.

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17 de Dezembro de 2007

Um Beijo no Coração, a primeira doce descoberta

Um Beijo no CoraçãoA jovem Stephany até se julga uma “expert em beijo”, mas, no fundo, sabe que seu conhecimento prático não passa de beijocas na bochecha ou na mão. Ela já ouviu falar que beijo na boca tem gosto de maçã. Infelizmente, para sua vergonha, nunca experimentou.

O que é ruim fica ainda pior quando o professor de redação pede um texto sobre o tema “O beijo mais importante da minha vida” – que deverá ser lido em voz alta, na frente da turma inteira. E agora?

Reconhecer que é BV, “boca virgem”, talvez a única da sala? Confessar que jamais beijou ou foi beijada de língua por um menino?

A melhor saída é dar asas à imaginação, criar a mais bela história de amor... E pedir a Deus para que a ficção vire realidade.

'Um beijo no Coração', um livro de José Antonio Neto, lançado pela Editora Letras Brasileiras.

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Carregando o elefante

Recebi da Editora Hemus o livro CARREGANDO O ELEFANTE, de Alexandre Ostrowiecki e Renato Feder. Recomendadíssimo. Excelente.

"Carregando o Elefante" é acima de tudo um livro positivo e responsável, que convida os leitores a refletirem sobre os caminhos do Brasil e, assim, criarem condições para participar do desenvolvimento do país. Segundo os autores da obra, é possível dar jeito no monstro de ineficácia no qual o país se tornou e transformar a nação em uma potência, com grandes taxas de crescimento. A transição é trabalhosa, claro, mas possível. Um dos exemplos citados no livro é o da Irlanda, que até a alguns anos atrás era uma das nações mais pobres da Europa, passou por profundas reformas e hoje é um dos países com maior índice de crescimento econômico do continente europeu. + + + +

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Aventura nos Mares do Brasil, de Werner Zotz

O livro "Aventura nos mares do Brasil', do escritor Werner Zotz, lançado pela Editora Letras Brasileira, relata as experiências de um homem (no caso o autor) enfeitiçado pelo chamado do mar. Um grupo de amigos dispostos a viver uma aventura entre o Arquipélago de Fernando de Noronha e a Ilha de Santa Catarina. Águas turbulentas, sustos e tempestades na escuridão. Belezas naturais, gente boa e hospitaleira, espanto e coragem. A bordo do veleiro Hot Day II, de 40 pés, Werner Zotz, Betty – companheira de viagem e de vida –, mais quatro pessoas (amigos e tripulação) percorreram os lugares mais encantadores da costa brasileira.
Aventura nos mares do Brasil é uma resposta jornalístico-literária de Werner Zotz a um de seus instintos atávicos: o de se lançar ao oceano, como que enfeitiçado pelo 'chamado do mar' – muito semelhante ao apelo da floresta que atiça o lobo domesticado da história de Jack London. Ainda com as boas lembranças da época em que possuiu um barco acesas na cabeça, em certo dia de 2006 Zotz puxou de sua “gaveta de sonhos” o projeto de singrar os mares da costa brasileira. Definiu o trajeto – do Arquipélago de Fernando de Noronha à Ilha de Santa Catarina –, estudou cartas náuticas, leu e consultou livros e revistas, reuniu um pessoal amigo e de confiança para formar a tripulação, alugou um veleiro adequado à empreitada, escolheu a melhor época para velejar, sacou a câmera fotográfica e...
Um livro para ler e guardar... um excelente presente de Natal... (vale a dica)

[Livro recebido da Editora Letras Brasileiras, Florianópolis/SC]

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'Um arado rasgando a carne' é o livro de Cláudio Carlos

Cláudio B. Carlos (CC) nos encaminhou alguns livros de sua autoria: "Um arado rasgando a carne", "O uniforme" e "O Aprendiz de Poeta". Estaremos lendo e apreciando sua literatura.
"O jovem poeta e prosador, Cláudio B. Carlos, natural de São Sepé, é um autor multifacetado. Isto podemo-lo afirmar sem reservas visto que tivemos oportunidade de ler trabalhos de sua autoria que vão desde a poesia à literatura infantil. E, tendo percebido que todos eles possuem grande qualidade, arriscamo-nos a dizer que não existe estilo literário no qual o autor Cláudio não esteja plenamente à vontade. Assim, o destaque vai para: "O aprendiz de poeta" (Caxias, 2005, 28 pp.), texto no campo infantil, "Um arado rasgando a carne" (Maneco, 2005, 68 pp.), "Temporais atemporais tempo." (Ed. Autor, 2006, 58 pp.) e "A pedra da realidade" (2006, 74 pp.), um trabalho poético".

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7 de Dezembro de 2007

Gastronomia e negócios

Seja qual for o ramo de atuação profissional escolhido, não basta apenas investir na qualidade do produto final ou na aplicação de estratégias que deram certo para outros empresários. É preciso criar uma cadeia de hospitalidade. Estas e outras particularidades da batalha profissional são abordadas por Danny Meyer, no livro Setting the table, que no Brasil será lançado com o título Hospitalidade e negócios - O rei da gastronomia em Nova Iorque conta o segredo do sucesso (Novo Conceito, 272 pp., R$ 39,90 - Trad. Samuel Dirceu). Meyer insere o leitor no contexto de sua história, revelando sua paixão pela gastronomia desde sua infância através da descoberta de novos paladares. Quando jovem, lançou-se no mercado de trabalho exercendo diversas funções que viabilizassem sua permanência durante algum tempo nos mais diferentes lugares do mundo.

[LIVRO RECEBIDO]

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5 de Novembro de 2007

Revista Bravo! elogia 'Ai', romance de Fábio Campana

A revista Bravo!, na edição de novembro de 2007 (já nas bancas), destaca o romance Ai, de Fábio Campana, publicado recentemente pela Travessa dos Editores. Na seção Livros, editada por Helio Ponciano, Ai figura entre "Os melhores lançamentos na seleção de Bravo!". A revista sugere por que ler: "Pela forma como Campana trabalha, no plano da ficção, com a reconstrução e o peso da memória e dos costumes familiares. Seus personagens vivem ancorados no passado". Bravo! ainda recomenda, sobre Ai, "preste atenção": "Em como certas referências alinham o livro com tradições da literatura — como o conflito de dois irmãos (Luis e Carlos) — e a história (Guerra do Paraguai)". A revista, uma das mais importantes publicações sobre arte e literatura no Brasil, apresenta breve perfil de Fábio Campana, discorre sobre o tema tratado e reproduz um fragmento da obra.

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22 de Outubro de 2007

LANÇAMENTO: 'Ave, Pássaro', de Cleonice Bourscheid e Isolde Bosak

AVE, PÁSSARO
Livro de poemas de Cleonice Bourscheid e e imagens de Isolde Bosak

Ave, Pássaro é o dueto das autoras, Cleonice Bourscheid, poeta, e Isolde Bosak, artista plástica, na forma de um livro de poemas sobre os pássaros do sul meridional, estruturado com a ousadia da expressão plástica contemporânea dos mesmos. Constituiu-se, esta obra, num desafio do professor Charles Kiefer com Cleonice e Isolde, nas suas específicas atribuições, palavras e imagens. Charles Kiefer faz a apresentação do livro. O resultado é uma cuidada edição de arte, com capa dura, em quatro cores sobre papel couchê fosco 170g.
No lançamento da Editora Nova Prova, estão 88 páginas com a delicadeza de uma pequena sinfonia das dezenas de aves que emprestam o seu canto na poesia de Cleonice Bourscheid e suas cores e movimentos nas imagens (aquarelas, desenhos, monotipias e xilogravuras) de Isolde Bosak. No dia 27 de outubro, as autoras participarão de noite de autógrafos na FEIRA DO LIVRO de Porto Alegre RS.

AVE, PASSARO
APRESENTAÇÃO - Charles Kiefer
Orgulha-me ter sido o geratrix deste livro, que nasceu de um desafio que fiz, em aula, à Cleonice e à Isolde, minhas alunas de oficina literária por vários anos. O diálogo das ilustrações de Isolde com os poemas de Cleonice é de rara eficiência. Posso dizer que imaginei este livro antes que ele existisse, mas não que fosse resultar num objeto artístico tão belo.

[Livro enviado por Isolde Bosak]

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21 de Outubro de 2007

LANÇAMENTO: 'A Fenda', de Alfredo Aquino, na Feira do Livro de Porto Alegre

53ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE
Dia 31 de outubro - 17h30
Pavilhão de Autógrafos
A FENDA - de Alfredo Aquino

"Acabei lendo no avião de volta. Li o primeiro, passei ao segundo e prossegui, e gostei e pensei: novos autores surgem a todo o momento neste país, principalmente no Rio Grande do Sul. Liguei para Aquino, disse que tinha gostado. Os contos me pareciam pequenas novelas
estimulantes, intrigantes. Uma história de amor enigmática dentro de uma fundação um tanto kafkiana (A Caverna). Em Cidades Trocadas, o autor retoma o tema que deu a Antônio Torres um romance de mestre (O Nobre Seqüestrador): a presença de Duguay-Trouin, o corsário francês que conquistou o Rio de Janeiro. Palavras indígenas são encontradas numa carta geográfica que teria pertencido ao francês e o personagem se envolve em deslindar o mistério. Em outra história a personagem vê sua língua partida em dois, como se fosse língua de cobra, e o fantástico entra em ação no prosaico cotidiano. E há também a de um homem que tem horror a baratas e dedica-se a estudá-las. O crescendo desse conto é alucinante. E assim, história a história, o que eu via naquele original era o prazer de contar, de narrar. O autor não buscava fórmulas inovadoras, de vanguarda, revolucionárias, não queria mudar as regras. O seu prazer era trazer os personagens à cena e colocá-los em contato com o público. Contos para serem lidos, digeridos, degustados. Na simplicidade, a qualidade."
Ignácio de Loyola Brandão

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26 de Setembro de 2007

Novo romance de Fábio Campana é destaque em todo o país


O romance "Ai", de Fábio Campana, vem ganhando reconhecimento em todo o território nacional. O "Diário do Nordeste", relevante jornal nordestino, publicou crítica extremamente favorável ao livro, que acaba de ser publicado pela Travessa dos Editores. O repórter especializado em literatura Dellano Rios assinou a matéria "Novo livro do escritor paranaense Fábio Campana, 'Ai' transforma em ficção suas memórias e seus fracassos". Rios escreveu: "Ai: interjeição precisa. Expressão mínima de uma dor que pode alcançar intensidade inimagináveis. Esta pequena e dolorosa palavra também batiza o novo livro do paranaense Fábio Campana. Nele, o escritor faz um inventários de sofrimentos, dos que certamente vive(u) e daqueles que foi testemunha."


O Jornal "Folha de Pernambuco" publicou matéria da repórter Nataly Costa chamada: "A difícil missão de 'ver' que fracassou". Nataly diz: "Quão difícil é para um homem olhar para trás e constatar que não foi capaz de nenhum esforço para fazer sua vida ir além do medíocre? É dessa maneira objetiva e sem rodeios que o fracasso humano é exposto pelo paranaense Fábio Campana em 'Ai'."


Já o "Diário Catarinense" afirmou: "Em 'Ai', a narrativa é deflagrada durante uma reunião familiar de final de ano e conduzida a partir do olhar de Luis, um historiador e professor universitário. O personagem central é Carlos, irmão de Luis e que figura importante no jogo político do Estado. O livro aborda diversas questões simultaneamente, como os bastidores da vida pública, o mundo acadêmico, a infelicidade familiar e a fratura em todo e qualquer relacionamento a dois".


[Livro encaminhado pela Editora Travessa dos Editores ]
http://www.travessadoseditores.com.br/


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25 de Setembro de 2007

LANÇAMENTO: Pai Poeta: um olhar de amor e de paz na toada dos fatos da vida


Pai Poeta é um livro diferente pois nele os médicos Rean Lins e Marisa Carla Queriroz misturam diversos estilos literários para expressar sentimentos e idéias que surgem constantemente no exercício da medicina. Os contos do livro falam da necessidade de superação dos obstáculos do perigo nuclear para o Globo Terrestre e, primordialmente, da poesia como ferrmenta para sublimação do ser humano.
A parte estinada à filosofia contempla temas importantes como ética, o valor do tempo e a alteridade, como necessidades básicas do homem. As poesias abordam temas variados como amor o destino a natureza. Na parte final do livro existem poesias interativas onde o leitor, se assim o desejar, poderá participar tentando escrever as estrofes finais. Neste livro, a medicina e a literatura estão dadas com a filosofia e a ética, sempre no intuito de despertar a consciêcia do homem para a sua função no mundo.


PAI POETA é um livro diferente, pois...
Ser um pai: criar, cuidar, amar e olhar candidamente para o filho pela eternidade. Um tempo sem fim... Um olhar de amor e de paz na toada dos fatos da vida, nas ondas do bem que te quer num périplo de coisas boas e amistosas que vêm para colorir uma vida destinada ao bem do próximo e seu também. Um jogo amistoso com regras do ganha-ganha, da entropia positiva, do abraço fraterno, e do peito que pulsa numa vaga de crescente esperança, para um futuro de glória e bem-aventurança. Leia mais... no site do livro PAI POETA


Livro disponível para venda nas livrarias de Brasília/DF e pela internet na Livraria Cultura.


[Livro encaminhado pelos autores]


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14 de Setembro de 2007

'Bárbara não quer perdão', livro de Antonio Más


"Bárbara Não quer Perdão", o livro de estréia de Antônio Más, criador de Zé Silva, o detetive brasileiro, série de contos publicados na sessão Marginálias do site Livraria do Crime , é o segundo lançamento da jovem editora BAGATELAS!.
A trama se passa no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha o Delegado Vargas. Zelito Viana, cineasta, encarregado de apresentar o livro sintetiza a impressão que ele causa ao advertir aos leitores: "Boa sorte, se for encarar esta instigante estória pode desmarcar os compromissos para as próximas horas".
"Sei que estou buscando a minha justiça, e isso não está certo. Mas o que é certo? Contar com a lei? Ser mais uma vítima nas estatísticas, enquanto se espera? Descobri muito cedo que não se pode contar com a lei. Justiça é uma coisa que se pede quando já não adianta mais. Ter que pedir justiça é imoral."
Depois de anos no exterior, a bela e enigmática Bárbara, volta para encarar novamente o passado, o Delegado Vargas e arrancar, definitivamente, aquelas páginas da história de sua vida. Ela não quer só vingança, quer compreensão e aceitação por parte daqueles que a hostilizaram. Não há limites nesta missão, onde o grande objetivo é recuperar a dignidade perdida nos caminhos da sua infância.


Antonio Más nasceu em Minas, mas vive há vinte anos no Rio de Janeiro. É formado em publicidade, e sempre trabalhou com cinema, como diretor e roteirista. Escreve há tempo, mas só recentemente começou a publicar no site e a revista Bagatelas! Suas experiências no cinema imprimem em seu texto a dinâmica dos filmes de ação.


Veja também o vídeo no You Tube.


[livro recebido da editora, encaminhado por Valéria Del Cueto]


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28 de Agosto de 2007

Mara de Aquino resgata 300 anos de canção brasileira com o livro CD Cravos na Janela


A pesquisadora, musicista e escritora Mara de Aquino lança seu novo projeto - o livro-CD Cravos na Janela: 300 anos de canção brasileira - com ciclo de palestras musicais, em parceria com o historiador Magno Córdova, de 3 a 5 de setembro (segunda a quarta-feira), em vários pontos de Belo Horizonte. O projeto multimídia faz um resgate histórico da canção brasileira do pós-descobrimento até 1950 (Época de Ouro).
As palestras musicais serão realizadas no Museu Histórico Abílio Barreto (segunda-feira, 3/9), na Escola de Música da UEMG (terça-feira, 4/9) e no Centro Cultural Alto Vera Cruz (quarta-feira, 5/9), 6/9), sempre às 19 horas. No Centro Cultural Alto Vera Cruz, Mara de Aquino conta com uma participação para lá de especial do grupo "Meninas de Sinhá", que lançou seu primeiro CD Ta Caindo Fulô recentemente.
O livro Cravos na Janela: 300 anos de canção brasileira contem artigos do historiador Magno Córdova, dos pesquisadores Ricardo Monteiro e Mara de Aquino, e uma entrevista exclusiva da autora com o sambista-escritor Nei Lopes. Com projeto gráfico da nós 2.art.br e desenhos de Antônio Sérgio Moreira, o livro apresenta as letras, gêneros e tradições da canções gravadas no CD. Fotos de grupos, artistas, mestres de folia, índios guarani e guardiões de tradições musicais brasileiras dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte integram o expressivo recorte histórico de Cravos na Janela.


[Livro e CD encaminhado por Mara de Aquino]


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26 de Agosto de 2007

Lírica forjada em discreta beleza, por Fabrício Carpinejar.


Almadéna, de Mariana Ianelli, imita um transe religioso com o objetivo de fazer uma síntese do espírito
Almadéna, o quinto livro da paulista Mariana Ianelli, já carrega no título uma promessa de reza. Significa pequena torre de mesquita de três ou quatro andares, de onde se anuncia aos muçulmanos a hora das orações. É um posto privilegiado, no qual o passado, o presente e o futuro estão suspensos pela profecia e pela convocação de seus fiéis. Não há tempo, apenas desígnios e destinos sendo cumpridos.
Desde o início, a autora firma um pacto, não é uma poesia que se lê, é uma poesia que exige uma adesão melódica como um hino. Entende-se "seguir" como aceitar a penumbra, a cláusula da devoção e da hipnose. Não estamos diante de uma poética de acontecimentos físicos, mas de "desacontecimentos". Envolta em círios, Mariana Ianelli canta a capela. Sem instrumento. Com uma passada longa e repetitiva (tomada de advérbios), que tenta trazer à tona a espera de uma mulher por seu amor, desde sua gestação, passando pela infância marcada de presságios, os dias juntos até a despedida para o alto-mar, gerando a perda. ++++++


[Livro encaminhado por Alfredo Aquino, de Porto Alegre]


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25 de Agosto de 2007

'Gigantes, de repente, aprendem?'


'' Gigantes, de repente, aprendem?''
Não só o título ESCOLA DE GIGANTES da escritora carioca Susana Fuentes ,tradutora de inglês,alemão e russo, doutoranda em Literatura Comparada na UERJ, que passeia por diferentes linguagens no campo das artes, como teatro gestual,circo e dança... e que sabe colher inspiração no Jardim Botânico para escrever e compor trilhas musicais para teatro e filmes - informações constantes da ''orelha do livro - aguçou-me a curiosidade. Sem sombra de dúvida,quem detém tal currículo,não fica na superfície: vai ao cerne da questão, mergulha na alma do silêncio e o traduz em sons, em gestos em palavras. Não me enganei ao ler o trecho de Nabokov,por ela escolhido, para introduzir seus contos... O primeiro deles, ''Sumaúma e Réco-Réco, uma jóia a se acariciar com os olhos,por várias e várias vezes,de modo a não perder um detalhe sequer da sua riqueza,fez-me voltar à análise do título ''Escola de Gigantes''. Um desafio ao leitor: ''Gigantes, de repente, aprendem?'' -Se ''o furacão do título é sóbrio na música do menino...'' nas mãos de Susana Fuentes,- pequeno Davi a desafiar Golias -os contos são mínimos, mas de uma intensidade gigantesca!!!. (Beatriz Ximenes Carneiro)


[Livro encaminhado pela autora]


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Carnavalha, o novo livro de Nilto Maciel



"(...) O rapaz pôs-se a bradar: canalha, carnalha, canaval, canavalha, carnavalha, carnavalma, carvalha, canavialha, canavialma, bando de canalhas, macacos, cambada de farsantes. Algaravia, encontrões, mãos em nádegas e seios, palavrões, ingresia. Os foliões passaram a gritar, xingar, jogar latinhas na direção do palco. A orquestra parou de tocar."


A Editora Bestiário acaba de lançar o romance Carnavalha, primoroso trabalho do experiente e talentoso ficcionista e narrador Nilto Maciel. A editora, em 2006, já havia lançado A Leste da Morte, coletânea de contos muito bem recebida pela crítica.


Os leitores interessados na aquisição do livro podem fazer pedido também ao escritor: niltomaciel@uol.com.br . O preço do exemplar é R$20,00 (vinte reais).


Sobre o autor: NILTO MACIEL nasceu em Baturité, Ceará, em 1945. Ingressou na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará em 70. Criou, em 76, com outros escritores, a revista O Saco. Mudou-se para Brasília em 77, regressando a Fortaleza em 2002. É editor da revista Literatura desde 91. Obteve primeiro lugar em alguns dos grandes concursos do país, como: Brasília de Literatura, promovido pelo Governo do Distrito Federal, com A Última Noite de Helena (romance) em 1990, Graciliano Ramos, promovido pelo Governo do Estado de Alagoas, com Os Luzeiros do Mundo (romance) em 1992; Cruz e Sousa, promovido pelo Governo do Estado de Santa Catarina, com A Rosa Gótica (romance) em 1996; Bolsa Brasília de Produção Literária, com Pescoço de Girafa na Poeira (conto) em 1998; Eça de Queiroz, União Brasileira de Escritores, Rio de Janeiro, com Vasto Abismo (novela) em 1999; VI Prêmio Literário Cidade de Fortaleza, Fundação Cultural de Fortaleza, com o conto Apontamentos Para Um Ensaio; IV Edital de Incentivo às Artes da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará na categoria de pesquisa em Literatura Cearense, em 2007. É autor de Itinerário (contos, 1974); Tempos de Mula Preta (contos, 1981); A Guerra da Donzela (novela, 1982); Punhalzinho Cravado de Ódio (contos, 198); Estaca Zero (romance, 1987); Os Guerreiros de Monte-Mor (romance, 1988); O Cabra que Virou Bode (romance, 1991); As Insolentes Patas do Cão (contos, 1991); Os Varões de Palma (romance, 1994); Navegador (poemas, 1996); Babel (contos, 1997); Panorama do Conto Cearense (ensaio, 2006) e A Leste da Morte (contos, 2006). Tem contos e poemas publicados em esperanto, espanhol, italiano e francês. O Cabra que Virou Bode foi transposto para a tela (vídeo), pelo cineasta Clébio Ribeiro, em 1993.


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7 de Agosto de 2007

Loyola conta origem de ''Não verás país nenhum''


O Estado de S. Paulo - 7/8/2007 - por Ubiratan Brasil
Foi com o conto O Homem do Furo na Mão, escrito em 1972, que Ignácio de Loyola Brandão começou a rascunhar o texto que se transformaria no já clássico Não verás país nenhum (Global, 414 pp., R$ 65). Como um se transformou no outro é o tema da conversa que Loyola tem hoje (07/08) com o público, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2.073, Conjunto Nacional - SP), a partir das 19h30. Ele vai autografar também a edição comemorativa de 25 anos preparada pela editora Global (414 pp., R$ 65). Um livro realmente especial - além do texto original, vem acompanhado de um prefácio escrito por Washington Novaes e termina com um apêndice de 32 páginas coloridas, nas quais Loyola apresenta o que chamou Diário de trabalho.


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3 de Agosto de 2007

Noite de autógrafos com Loyola Brandão


NAO VERÁS PAÍS NENHUM - EDIÇÃO COMEMORATIVA


Terça-feira, 7 de agosto às 19h30
Autor: Ignácio de Loyola Brandão
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - São Paulo/SP


Em fevereiro de 2007, o Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas (IPCC), um organismo da ONU, divulgou em relatório que as alterações no clima do mundo ´muito provavelmente´ são causadas por ações humanas. A partir daí, o mundo científico se esquartelou e intensificou infindáveis discussões sobre o aumento da temperatura média da Terra, sobre o derretimento das geleiras polares, a emissão de gases poluentes e diversos outros fatores que agridem direta ou indiretamente o meio ambiente. Voltando para o início dos anos 1980, temos um escritor estarrecido, presenciando no seu dia-a-dia uma cena em que uma mulher, aparentemente bem informada, aos poucos vai envenenando um pé de ipê amarelo, até que ele seque, morra. Só porque suas flores sujavam a sua calçada. Ignácio de Loyola Brandão, com este mote e como cidadão consciente, assumiu a responsabilidade de mostrar aos seus leitores, por meio da ficção, que o homem, num futuro não muito distante, poderia ser penalizado pelo mau uso que faz da Terra. Esta edição comemorativa traz prefácio escrito por Washington Novaes e termina com um apêndice de 32 páginas coloridas, nas quais Loyola apresenta o que chamou ´Diário de trabalho´.


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26 de Julho de 2007

Cartas, Getúlio, Duas Chagas e Passagens


Alfredo Aquino me encaminhou sedex maravilhoso. Estou me deleitando com os livros recebidos:


1) Livro CARTAS - Alfredo Aquino e Ignácio de Loyola Brandão, edição capa dura, numerada e assinada (Iluminuras)
2) Revista GETULIO - da Fundação Getúlio Vargas;
3) 2 Livros de Mariana Ianelli - DUAS CHAGAS e PASSAGENS (Iluminuras)


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21 de Julho de 2007

LANÇAMENTO: A FENDA, de Alfredo Aquino, na Livraria da Vila, dia 28/07.


A ILUMINURAS convida para o lançamento do livro


A FENDA, de Alfredo Aquino


28 de julho de 2007, sábado, 11h30
Na LIVRARIA DA VILA - Rua Fradique Coutinho, 915


Alfredo Aquino é um artista plástico. Neste seu primeiro livro de ficção, procura o que chama de "texto pictural". Usa o texto como tela para retratar personagens que vivem situações entre o imaginado e o real. Personagens solitários, em histórias sem um aparente fio condutor, mas de grande poder narrativo - e expressividade visual. Um pesquisador que julga encontrar nas margens do velho mapa de um almirante francês em viagem pelo Brasil do século XVIII as origens da sua cidade natal. Uma mulher que não consegue controlar a própria intolerância e desenvolve uma língua de serpente. Um homem que recebe a visita noturna de uma vizinha misteriosa, que se torna sua amante sem nunca revelar seu nome. Um bancário obcecado pelo comportamento das baratas, que não recebe a atenção que pensa merecer das autoridades e da ciência para suas observações. A narrativa, concisa e direta, serve de moldura e contraste para as descobertas e fantasias de cada um, num clima insólito e fascinante. Não há dúvida, Alfredo Aquino também é um artista da palavra. (Luis Fernando Veríssimo, na apresentação)
Não bastasse a apresentação, ainda tem o Prefácio de Ignácio de Loyola Brandão, desenhos de Alfredo Aquino e capa de Pierre Yves Refalo


LIVRARIA DA VILA
Rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena - São Paulo
Telefone (11) 38 14 58 11


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18 de Julho de 2007

Colecionador de pedras, nas livrarias


O livro "COLECIONADOR DE PEDRAS", 20 de poesia, que faz parte da coleção Literatura periférica (Global editora), já está à venda nas livrarias de SP e outros estados. Se estiver afim...
Caso na sua cidade não tenha livraria, não esquenta, receba-o pelo correio ou pela internet. É fácil, e o frete é grátis.
Mande seu pedido para: vendas@globaleditora.com.br C/Leandro.
O valor é o mesmo de livraria R$ 29,00.
Agora é com você, literatura das ruas direto na sua casa.


ps: Livro recebido da GLOBAL Editora.




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4 de Julho de 2007

Lançamento: HIEROSGAMOS - DIÁRIO DE UMA SEDUÇÃO


HIEROSGAMOS - DIÁRIO DE UMA SEDUÇÃO
Autor: SKLAR, NOGA LUBICZ


"Com despudorada narrativa erótica, da pele à cona, ela brinca com palavras de múltiplos sentidos, e nos desperta para o desejo de também construir uma vida de amor.

De uma personagem de Almodóvar transforma-se na morena do Cântico dos Cânticos, mostra-nos o seu lado brilhante, numa disposição surpreendente para se apaixonar. Como é tímida, faz amor em inglês, e prova da doçura do leite e mel, eretz zavat halav como Semadar, na cama com Salomão. Como não se contentou em viver apenas um amor platônico e virtual, por suas trilhas secas, com a cona pingando de úmida, lançou-se sobre o mar, dividindo-o; e voou milhas para compreender o dinamismo e a essência do amor, que se perpetua de frente para o Cristo Redentor, no Alto Leblon" (Henrique Chagas)


Lançado na FLIP 2007, em Paraty. Já à venda




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1 de Julho de 2007

''Terra em Transe'', ensaio sobre o filme de Glauber Rocha


Através do cineasta, diretor e ator Vicentini Gomez, recebo o livro "Terra em Transe", de autoria de Régis Frota Araújo, um ensaio sobre o clássico de Glauber Rocha. O poeta e jornalista Paulo Martins (Jardel Filho) irrita-se com o discurso incoerente de um líder sindical, tapa sua boca e pergunta em direção à câmera: "Está vendo o povo? Um imbecil, um analfabeto. Já pensaram o povo no poder?". Seria fácil elogiar Glauber por seu dom premonitório. Mas isso poderia reduzir a complexidade de Terra em Transe a uma única interpretação. A partir da figura trágica de Martins - que, na fictícia Eldorado, recusa tanto o reacionarismo messiânico de Porfírio Diaz (Paulo Autran) quanto o populismo demagógico de Felipe Vieira (José Lewgoy) -, o cineasta define o papel do artista/intelectual: questionar as verdades estabelecidas sem desistir de tomar parte na luta.
Terra em Transe, o filme (Brasil, 1967). Drama. Direção e roteiro de Glauber Rocha. Com Jardel Filho, Paulo Autran, José Lewgoy, Paulo Gracindo, Glauce Rocha, Danuza Leão, Jofre Soares e Paulo César Peréio. DVD


Saiba mais sobre o livro Terra em Transe




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17 de Junho de 2007

''Dicionário de Anglicismos'', de Agenor Soares dos Santos


Recebo o "Dicionário de Anglicismos", de Agenor Soares dos Santos. Conceitos de estrangeirismo e aportuguesamento, palavras de origem inglesa que têm influência do francês, linguagem financeira e falsos anglicismos são alguns dos temas abordados pelo autor nesta obra, que traz ainda um histórico do crescente uso de termos em inglês no Brasil.
O Dicionário de Anglicismos oferece, além da lexicografia propriamente dita, uma relevante contribuição sob a forma de abalizada discussão das noções teóricas em que o autor apóia sua análise, entre elas as de aportuguesamento, empréstimo, estrangeirismo, decalque e transposição. Deve-se salientar, ainda, que o mérito maior dessa discussão é não ser meramente teórica, mas calcar-se no vasto e pertinente corpus reunido e na visão a um tempo sincrônica e diacrônica com que é feita a análise.
O autor organiza seu dicionário, usando suas conclusões como categorias de análise. Elenca: a) empréstimos - semânticos, com sentidos adicionais ou inexistentes em inglês, obsoletos, abandonados, desusados ou pouco usados, recentes, de uso culto ou semiculto, de uso restrito, usados por modismo, afetação, esnobismo, com a desinência -ing b) traduções de empréstimos c) decalques - de sintagmas e de siglas, d) palavras de origem inglesa recebidas através do francês, e) criações brasileiras - unidades léxicas formadas sobre base inglesa, ou sobre o equivalente inglês e f) falsos anglicismos. Consigna também: anglicismos de possível criação paralela ou simultânea, palavras-valise ou blends, epônimos e marcas registradas, assim como assinala a mudança de classe de palavras. Tudo isso agrupado em facílimo modo de consulta por ordem alfabética, com copiosas abonações e remissões às seções teóricas pertinentes, de forma a ancorar as informações prestadas ao leitor.
É assim que Agenor Soares dos Santos se desincumbe da tarefa a que se propôs: com lucidez, elegância e economia. O proveito é nosso, que ganhamos mais um tomo que reúne tanta riqueza de informações de modo tão acessível e prazeroso para o leitor.

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16 de Junho de 2007

Sérgio Sesili lançou seus ''OLHARES DESATENTOS''


O cotidiano é a matéria-prima de Sérgio Sesiki em seu primeiro livro de contos, crônicas e poesias. Nos diversos gêneros literários que escolhe como suporte de sua escrita, opta pelo registro das impressões. Ironia e sensibilidade iluminam fatos aparentemente prosaicos e delineiam o foco do autor para os objetos do mundo e o universo afetivo, como atestam sobretudo seus poemas.
As fobias e obsessões, a solidão e depressão que assolam o homem contemporâneo invadem a cena sob a forma de jargões neurocientíficos e psicológicos, um quê de sarcasmo que Sesiki recorrentemente lança mão em sua escrita leve e informal, especialmente nos contos.


Nas crônicas, as impressões se voltam para a humanidade, suas paixões e mazelas, bem como para o eu interior, sob a forma de insights. Citações bíblicas, mitologia e artes plásticas constituem os principais instrumentos de reflexão, a partir dos quais Sesiki traça considerações sobre sexualidade, religião, política, noções de moral e ética, entre outros temas. Mas sem perder o ritmo ágil e bem-humorado, característico de sua poesia e prosa breves, inicialmente posts de seu blog, do qual o livro leva o nome.


Dentro da estética blogueira, os textos são acompanhados de reproduções coloridas de obras de arte (como de Klee, Caravaggio, Salvador Dalí, entre outros), fotografias e ilustrações (estas de autoria de Stefan Umhauser).
Sérgio Sesiki é administrador formado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, diretor do Grupo Melhoramentos e blogueiro de crônicas e poesias do cotidiano. (Livro recebido da Ateliê Editorial)


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7 de Junho de 2007

Lêda Nova desponta no mercado literário como uma das raras escritoras de romance policial no Brasil


A sensibilidade da autora Lêda Nova mais uma vez pode ser apreciada pelos amantes da Literatura. Dessa vez, a autora presenteia seus leitores com o romance policial "A Escada de Madeira em L", que tem inicio com a morte de uma doméstica da casa dos Braun Alburquerque, ocorrida na Rua São Francisco de Paula, no bairro de Nossa Senhora dos Aflitos, em Porto Alegre. A obra foi lançada na 8ª Bienal do Livro da Bahia, que aconteceu em abril em Salvador, e está sendo lançada agora em todo Brasil.
"Este meu primeiro romance tem um significado peculiar para mim. Além do próprio desafio de adentrar em outro gênero (pouco usual, inclusive, principalmente no Brasil), o crime em si me soa apenas como um pano de fundo para eu falar sobre as dificuldades, dualidades, encontros e desencontros humanos, a dualidade premente, além da relação das pessoas com o profundo e o desconhecido, e de situações suscetíveis de aflorar o bem o mal, o bom e o mau, anjos e demônios, deuses de fé e de cristal", destaca a autora.
Lêda Nova explica que o livro, escrito em dois meses e meio, na verdade, dos conflitos e confusões que assolam a alma humana. "O livro trata também da maldição, numa tentativa de desmistificar essa tão falada desdita, mostrando as diversas modalidades em que ela se materializa na vida das pessoas comuns, em padrões negativos repetitivos e auto-perpetuadores, de gerações a gerações, conduzida principalmente pelo medo e culpa que enevoam e aprisionam a alma humana", completou.
A obra apresenta uma linguagem espontânea e desperta ansiedade, curiosidade e traz muitas revelações. Uma morte misteriosa, um investigador esperto, pistas falsas e revelações surpreendentes.


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