La vida brava, Los Amores de Horacio Quiroga
Estive em Montevidéu e fiquei impressionado com a quantidade de livrarias, seja nos shoppings quanto nas ruas da cidade velha ou na tradicional Avenida 18 de julho. Se existem enorme quantidade de livrarias é porque os uruguaios possuem o saudável habito da leitura, embora os preços estejam semelhantes aos praticados no Brasil. Não vi diferença.
Trouxe na bagagem vários livros, entre eles um que me interessou muito e estou lendo com voracidade: “La vida brava, los amores de Horacio Quiroga”, de Helena Cordellini, um livro que relata a vida de Maria Helena Bravo, uma mulher apaixonada, transgressora e bela, que amou perdidamente o escritor Horacio Quiroga.
María Helena Bravo. una mujer apasionada. transgresora. bellísima. se enamora perdidamente del escritor Horacio Quiroga. Se casan cuando ella aún no había cumplido los veinte años y él rondaba los cincuenta.Sus memorias son un retrato minucioso dé una cotidianidad - signada por la avaricia de Quiroga. su carácter egoísta y dominante. los celos. lujuria e irritabilidad y su aspecto desaliñado-. pero también de un día a día pintoresco para la época. al bosquejar el afán de Horacio por la modernidad. y sus intentos emprendedores en medio de una aventura selvática.La autora recrea la vida afectiva de un grande de la literatura. con una existencia plena de amores correspondidos y/o desgraciados: Ana María Cires. su primera esposa. cuyo suicidio deja una huella de dolor misterioso; su única amiga mujer. la poeta Alfonsina Storni; la jovencita Ana María Palacios; la adolescente María Esther Jurkowski. quien lo inspiró para escribir el cuento Una estación de amor .Con un registro acabado de su tiempo -la Semana Trágica . la vanguardia de la década de 1920. los amigos del mundo literario (Amorim. Payró. Martinez Estrada. Girondo. Tiempo)-. así como del clima político de los años treinta. la novela refleja la visión amorosa. crítica. descarnada. que varía con el transcurso de la convivencia y los acontecimientos. de la joven mujer que compartió los últimos años de uno de los mejores cuentistas hispanoamericanos.
Agora, ao redigir esta nota, encontro uma crônica do “Arroz para los novios”, de Ignácio de Loyola Brandão, que retrata a vida literária uruguaia e destaca o livro que trouxe:
O eterno e emblemático Horacio Quiroga retorna à cena em um livro de Helena Corbellini (La Vida Brava) sobre sua vida e seus amores. Um dos personagens mais estranhos e enigmáticos - mas gênio - da literatura latino-americana, áspero, difícil, egoísta, dominador, ciumento, irritadiço, sensual (luxuriante, define Corbellini), revoltado. E moderno. Devorei La Vida Brava nas manhãs em que contemplava o dia nascer em Montevidéu (e a luz tarda, só chega mesmo pelas 7 horas) e nas longas e chatíssimas esperas a que os aeroportos nos condenam.
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VerdesTrigos @ 12/08/2008 04:13:00 PM | | | Voltar


Benicio del Toro, que interpretou Che Guevara no filme de Steven Soderbergh --o mesmo que tem Rodrigo Santoro no papel de Raúl Castro --, disse que o guerrilheiro argentino teria sido um dos grandes escritores da América Latina se tivesse se dedicado à literatura.
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Caixa lançou extração da Loteria Federal para marcar o centenário da morte do escritor Machado de Assis. O evento de lançamento foi realizado na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro.

Heloísa Buarque de Hollanda, Viviane Mosé, Eucanaã Ferraz, Olga Savary e Paulo Henriques Britto estão entre os participantes desta edição carioca da FLAP!











No início do século XX, os moradores da rua Krochmalna, no velho bairro judeu de Varsóvia, acorriam à modesta casa de número 10 em busca de soluções para problemas - casais à procura de matrimônio ou separação, credores e devedores à cata de solução para suas pendências, além de mistérios que demandavam explicação, como gansos que mesmo mortos não paravam de grasnar. Religiosas ou mundanas, deste ou de outro mundo, as questões eram submetidas a uma antiga instituição judaica, o tribunal rabínico - mescla de corte de justiça, sinagoga, casa de estudos e consultório psicanalítico. O da Krochmalna era presidido pelo rabino Pinhos-Mendel, pai do então menino Isaac Bashevis Singer, e funcionava em sua própria casa. Nestas memórias, publicadas de forma seriada num jornal nova-iorquino, Singer recria o ambiente em que cresceu, rico em histórias e personagens divertidos e comoventes. O resultado é o testemunho de uma tradição judaica que ruiria com a eclosão da Primeira Guerra.
A escritora Zélia Gattai Amado morreu aos 91 anos às 16h30 deste sábado em Salvador, segundo informações do Hospital da Bahia, onde ela estava internada desde o dia 16 de abril. A escritora se recuperava de uma cirurgia no intestino e, após um período de melhora progressiva, seu quadro se deteriorou rapidamente nos últimos dias. 





- a Língua dos Negros da Tabatinga
O diário de Rutka 
Foi indicado pelo jurista e escritor Paulo Oliver e aceito em reunião aprovada em dezembro de 2007 e homologada em janeiro de 2008. Vicentini foi indicado pelo resumo de toda sua obra. Da UBE fazem parte nomes como Ligia Fagundes Teles, Silvio de Abreu, Glória Perez, Alcides Nogueira, entre outros.


















