'Clarice Fotobiografia', sobre Clarice Lispector, org. por Nádia Gotlib
O livro “Clarice Fotobiografia”, sobre Clarice Lispector, que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e a Edusp lançaram terça-feira (dia 15 de abril), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, é organizada por Nádia Battella Gotlib, professora da USP e reconhecida como uma das maiores especialistas na obra da escritora. A publicação traz cerca de 800 imagens e oferece um painel visual da vida e obra da escritora – que nasceu em Tchechelnik, Ucrânia e chegou ao Brasil com dois anos acompanhada dos pais e duas irmãs.
Durante passeata contra a ditadura militar, em 1968.
Da esquerda para a direita: Carlos Scliar, Clarice Lispector,
Oscar Niemeyer, Glauce Rocha, Ziraldo e Milton Nascimento
Marcadores: Alef, fotografia, literatura, Livraria_Cultura
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VerdesTrigos @ 4/26/2008 05:34:00 PM | | | Voltar


A atriz francesa Jeanne Moreau, de 80 anos, afirmou que trabalhar em seu novo filme sobre a luta de uma família para falar do Holocausto trouxe de volta memórias de sua própria infância durante a ocupação nazista. “Plus Tard Tu Comprendras” ("Mais tarde você entenderá"), do diretor israelense Amos Gitai, conta a história de Victor, um homem de meia idade que tenta convencer sua mãe (Moreau) a falar sobre sua infância e a morte de seus pais em Auschwitz. 


A Resolução da ONU definindo a data de 27 de janeiro como “Dia Mundial de Lembrança das Vítimas do Holocausto” é a resposta tardia do silêncio que tomou conta dos líderes das nações perante a tentativa de aniquilamento do povo judeu pelas hordas nazistas, durante a II Guerra Mundial. É o grito de protesto contra a insanidade daqueles que, por se julgarem donos de poderes ilimitados, outorgam-se o direito de degradar seres humanos, extirpá-los do convívio comum, explorá-los até o limite de suas forças e assassiná-los fria e cruamente.
Arqueólogos israelenses encontraram em Jerusalém um selo de cerca de 2.500 anos, que poderia confirmar a teoria que indica que a Bíblia
ONG quer Pelé como padrinho da campanha que ajudaria a unir os dois povos
A atriz israelense 


O jornal israelense Maariv divulgou reportagem em que afirma que o argentino Ernesto "Che" Guevara e o ex-premier israelense Ariel Sharon eram primos e se encontravam em segredo. De acordo com a publicação, a mãe de Guevara, Célia de la Serna, era "na realidade uma judia russa fugitiva dos pogroms, tinha o sobrenome Sheinerman e era irmã menor de Shmuel Scheinerman, o pai de Sharon emigrado para a Palestina no começo do século XX para trabalhar como agricultor". O jornal destaca ainda que apenas em 1965, antes de morrer, Celia, revelou a "Che" seu parentesco com Sharon. Segundo o texto, Guevara foi então para Israel com uma falsa identidade, reuniu-se com Sharon e iniciou aulas em um colégio rabínico de Jerusalém. A conclusão implícita do texto é que Guevara, enquanto "filho de judia", deveria ser considerado judeu.
