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15 de Abril de 2008

Jornal ALEF será condecorado com a ´Medalha de Mérito Pedro Ernesto´, no Rio de Janeiro

Com 14 anos de atuação, e mais de 27 mil assinantes nos quatro cantos do mundo, o Jornal ALEF (www.jornalalef.com.br),  destinado à comunidade judaica, vem tendo suas notícias publicadas no Le Monde Diplomatique - jornal francês de maior prestígio internacional, com mais de 2 milhões de leitores/dia. No dia 26 de maio, às 10h, o Jornal ALEF será condecorado com a ´Medalha de Mérito Pedro Ernesto´, principal homenagem do município do Rio de Janeiro, concedida por unanimidade pela Câmara Municipal por iniciativa da vereadora Patricia Amorim.

PARABÉNS ao Jornal ALEF, ao jornalista Mauro Wainstock, que, incansável, diariamente bem informa a comunidade judaica e a sociedade brasileira. Parabéns pelo merecido reconhecimento da cidade do Rio de Janeiro ao seu trabalho. Nosso respeito e admiração. (Henrique Chagas)

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26 de Março de 2008

Lançamento sem autor tem venda recorde

PublishNews - 26/03/2008 - por Sérgio Pavarini
Ainda internado e sob cuidados médicos, Henry Sobel não compareceu ontem ao lançamento de seu livro. No entanto, o rabino terá motivos de sobra para festejar. Cerca de mil pessoas estiveram na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (SP). Foram vendidos 418 exemplares de Um homem - um rabino, numa demonstração de que seu prestígio continua em alta mesmo após o episódio das gravatas, tema abordado num dos capítulos. As mensagens de apreço e os votos de recuperação deixados pelos presentes lotaram dois livros.

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5 de Março de 2008

LANÇAMENTO: Kitsur Shulchan Aruch em português

A Editora Maayanot vai lançar no dia 06 de março o livro “O Código da Lei Judaica Abreviado - Kitsur Shulchan Aruch”, em português, com dois volumes de 600 páginas cada. Trata-se de uma obra considerada a fonte primária de consulta nas dúvidas ou questões sobre as leis da Torá, englobando leis e detalhes que tratam das ocorrências comuns do dia-a-dia e a aplicação dos princípios e costumes religiosos de maneira clara. É enriquecida com ilustrações, diagramas, tabelas, medidas, glossário e explicações para facilitar a compreensão. O “Kitsur Shulchan Aruch” já foi traduzido para o inglês, francês, italiano, espanhol e russo, entre outros idiomas.

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25 de Fevereiro de 2008

A chave de casa abre a porta das reflexões

O Estado de S. Paulo - 24/02/2008 - por Moacir Amâncio
A literatura judaica brasileira tem sido praticamente asquenazita. Isto é, produto de descendentes de judeus que deixaram a Europa Oriental no século 20, falantes do iídiche, idioma de base alemã com elementos eslavos, hebraicos e aramaicos. Moacyr Scliar, Samuel Rawet, Bernardo Ajzenberg, Cíntia Moscovitch, etc. Judeus sefarditas, de origem hispano-portuguesa que se espalharam pela Inglaterra, França, Holanda, Itália, Oriente Médio e África do Norte estão presentes no país desde 1820, quando se formou a primeira comunidade judaica organizada em Belém - eram imigrantes marroquinos. No entanto, a literatura de ficção seria mais rarefeita entre eles. Mas este é apenas um dos motivos pelos quais a publicação do romance A chave de casa, de Tatiana Salem Levy (Record, 208 pp., R$ 32,), deve ser assinalada.


Neta de judeus da Turquia e filha de comunistas do Brasil, a narradora recebe do avô a chave que abriria a porta da casa de Esmirna, para onde os avós fugiram durante a Inquisição.

Quatro histórias numa única estréia

A gente vai logo entregando, mesmo sob o risco de cometer uma indelicadeza e ganhar uma inimiga: na semana que vem, a escritora Tatiana Salem Levy completa 29 anos. Depois de participar de antologias de contos, essa “jovem nem tão jovem assim”, em suas próprias palavras, acaba de publicar o seu primeiro romance, "A Chave da Casa", pela editora Record. O livro acompanha a protagonista na busca da história de sua família, depois de receber a chave que abriria a casa em que seu avô havia morado na Turquia. A narrativa tem um jeitão de fluxo de pensamentos e lembranças, assumindo a cada capítulo tempos, locais e temas distintos.

— Construir um romance dessa forma é uma delícia, porque te permite trabalhar um dia com cada narrativa. Na verdade, eu tinha quatro histórias diferentes para escrever, mas que eram uma mesma e única história. Cada história exige uma forma de ser contada, e é tarefa do escritor encontrar essa forma, a narrativa que melhor lhe convém — conta ela."A Chave da Casa" é construído num tom autobiográfico — a própria Tatiana é neta de judeus turcos — e é repleto de simbolismos com o desejo de se escrever um livro. — Eu gosto do termo autoficção, por misturar as duas idéias, a de que se escreve sobre si próprio e a de que tudo é ficção. É embaralhar fato e ficção, fazer com que as duas se misturem a tal ponto que essa distinção perca o sentido — diz Tatiana, comentando a dificuldade de se lançar um primeiro romance. — Tem um lado prazeroso, que é o de ver que é possível, que eu publiquei meu livro, que as pessoas estão lendo. Faz muito tempo que eu sei que quero ser escritora. Demorou, mas eu sempre respeitei esse tempo, e aí está meu primeiro romance. E sei que outros virão. (André Miranda & Télio Navega)

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24 de Fevereiro de 2008

Beaufort: um dos favoritos para 'melhor filme estrangeiro'

Um dos favoritos a levar a estatueta de “melhor filme estrangeiro” no “Oscar”, “Beaufort” será exibido hoje (dia 24 de fevereiro), às 20h, em sessão especial no Centro da Cultura Judaica, em São Paulo. O filme conta a história do jovem comandante israelense Liraz Libert e da retirada da base militar de Beaufort do Líbano. A película ganhou os prêmios de “melhor filme” e “melhor diretor” da Academia de Filmes Israelenses e de “melhor diretor” no “Festival de Cinema de Berlim”. A programação do evento também inclui o documentário “Hollywoodismo: judeus, cinema e sonhos”, de Simcha Jacobovici, inspirado no best seller “Como os judeus inventaram o Oscar”, de Neal Gabler. Informações: (11) 3065-4333.

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20 de Fevereiro de 2008

Livro " As comédias de Antônio José, o Judeu" - Entrevistas do autor

Veja as entrevistas de Paulo Roberto Pereira, autor do livro  "As comédias de Antônio José, o Judeu", concedidas ao Programa Debate Brasil/Estação das Letras, Canal 06 da NET, na próxima quinta - feira, às 21h e reprise domingo, 24/02, também às 21h, e dia 25 de fevereiro, segunda - feira, às 22h no Canal 14 da NET, Programa Menorah na TV, apresentado por Ronaldo Gomlevsky.

O escritor Paulo Roberto estará participando de uma mesa-redonda sobre o seu livro no Museu Judaico, no próximo dia 12 de março, às 18h. Aguarde maiores
informações.

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17 de Fevereiro de 2008

O sofrimento da culpa não dá trégua (Moacyr Scliar)

Entrevista

“O sofrimento da culpa não dá trégua”
Por Maíra Termero

Aos 70 anos, o gaúcho Moacyr Scliar tem mais de 70 livros publicados. Neste mês, ele lança "Enigmas da Culpa" (Objetiva), um ensaio bem pessoal sobre "um dedo que aponta", na definição do autor. Médico e escritor, Scliar cresceu no bairro do Bom Fim, em Porto Alegre, onde vivia com outras famílias de imigrantes judeus. "É um grupo no qual a culpa é endêmica", diz. "Sentíamo-nos culpados pela situação dos judeus, dos brasileiros pobres, da miséria do mundo." Por e-mail, ele falou à CRIATIVA (edição 221 – set/2007).

Via: Estudos Judaicos

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13 de Fevereiro de 2008

Guimarães Rosa na roda

PublishNews - 13/02/2008
O Café Literário Bravo e o Centro da Cultura Judaica propõe o debate de um tema pautado pela revista. Neste primeiro encontro, a professora Walnice Nogueira Galvão e o jornalista René Daniel Decol conversam sobre o diário de Guimarães Rosa. O debate, que acontece no dia 14/02 às 20h30, terá a participação especial de Élida Marques e o grupo Ler é Uma Viagem. No encontro os participantes poderão ainda se deliciar com um buffet de chá elaborado pela chef Simone Chevis a partir das 19h30 (R$12 por pessoa). O Centro de Cultura Judaica fica na Rua Oscar Freire, 2.500, no Sumaré em São Paulo. Informações pelo telefone 11-3065-4333. >> Leia mais

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9 de Fevereiro de 2008

Na coluna do SINOMAR

HEBRAICO

Após descobrir sua ascendência judaica, o advogado Henrique Chagas, Procurador da Caixa em Presidente Prudente, visitou Israel e passou a estudar tudo que diz respeito ao povo hebreu. Recentemente iniciou um curso de iniciação ao idioma hebrico. Aprender a falar, escrever e ler a língua hebraica é sua meta para 2008. Diz que está aprendendo com facilidade. Talvez já esteja no DNA. (sinomar)

A nota acima saiu no Jornal O IMPARCIAL, na coluna do SINOMAR CARMONA. Não é que estou aprendendo mesmo. Já estou na 5ª unidade do livro da Rifka Berezin. Estou me alefbeitizando. Agora, como me diz a minha amiga israelense Noga, ler um jornal no hebraico moderno é parada das grandes, pois não usam mais os sinais massoréticos, que nos dão os sons vogálicos. Sem eles, como vou saber?

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8 de Fevereiro de 2008

Lição de Cidadania

"A FIERJ, Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro acaba de mostrar ao mundo como deve agir um grupo organizado num país democrático para garantir seus direitos através da utilização da justiça.

Num primeiro momento, insatisfeita com o procedimento da Escola de Samba “Unidos do Viradouro”, a FIERJ conversou até a exaustão, através de seu presidente. Em todos os diálogos, nenhuma informação geral sobre o tal carro alegórico da discórdia foi oferecida pelo carnavalesco ao representante dos judeus. Escondeu-se nas conversas, a existência de um “Hitler” fantasiado que sambaria sobre o tal carro da discórdia.

A FIERJ foi parar na justiça e obteve a liminar que impediu tal absurdo. Muita gente vai dizer que os judeus mandam na justiça. Mentira. Direito atacado deve ser defendido. E, garantido pelo judiciário. Seja quem for o reclamante. Essa é a única fórmula de igualdade que existe na democracia. A organização de grupos de pressão social, a competência para exigir direitos e a coragem para exercer com plenitude a cidadania.

Que esse exemplo sirva de norte para todos que se sentem esbulhados naquilo que para si, são direitos inalienáveis e que para a justiça, devem ser garantidos. Um Brasil melhor para nossos filhos depende da nossa coragem para agir pela garantia da tranqüilidade que ninguém tem o direito de lesionar.

Parabéns a Sérgio Niskier e aos seus diretores que acabam de dar um belo show mundial, no carnaval do Rio de Janeiro". (Ronaldo Gomlevsky)

LINKS RELACIONADOS

  1. Judge bans Holocaust float, 'Hitler' in Rio's carnival
  2. ''Caso Viradouro'': liminar concedida
  3. Holocaust-themed Rio Carnival float causes strain
  4. O samba e o Holocausto

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Dois povos no Brasil

PublishNews - 08/02/2008
Um conto judaico e um conto japonês. Dois povos que imigraram para o Brasil e aprenderam a ser brasileiros. Cada um trouxe sua cultura, suas histórias. O Centro de Cultura Judaica (CCJ) organiza neste domingo (10/02) um encontro em que os participantes irão conhecer algumas fábulas, histórias de animais de cada um desses povos. A narração, com Ana Luísa Lacombe e Ana Luisa Anker, será apoiada na animação das ilustrações, aquarelas de Lucia Hiratsuka. O evento começa às 11h no Auditório do Centro de Cultura Judaica (Rua Oscar Freire, 2.500, Sumaré - SP). Informações pelo telefone 11-3065-4333. >> Leia mais

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27 de Janeiro de 2008

Arrebentando a boca do balão

A Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro, leia-se Sérgio Niskier, acaba de marcar um golaço político, de bicicleta. Na presença do Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, de vários ministros, embaixadores e cônsules, do Governador Jacques Wagner da Bahia e do Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, fez celebrar a data da ONU, em lembrança das vítimas do Holocausto, na sede do Ministério das Relações Exteriores, no centro velho da cidade do Rio de Janeiro. Intensa atividade político-cultural emoldurou a data. Em destaque, a inauguração da exposição HOLOCAUSTO NUNCA MAIS, produzida pelo Museu Judaico do Rio de Janeiro. (Menorah)

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'O Mundo Moderno e a Questão Judaica' é o novo livro de Edgar Morin

“O Mundo Moderno e a Questão Judaica” (editora Bertrand do Brasil), novo livro de Edgar Morin, pesquisador emérito do Centre National de la Recherche Scientifique, é um ensaio no qual são expostas as contradições que cercam as noções de judaísmo na modernidade, tendo como pano de fundo os conflitos surgidos a partir de 1948. O autor explica a importância da obra: “Dediquei-me a essa tarefa tanto para conceber os tempos modernos, dos quais não se pode abstrair o fermento judaico, quanto para conceber a questão judaica, da qual não se pode abstrair a questão dos tempos modernos. Meu objetivo primordial é compreender e fazer compreender. Apesar disso, sei que nem sempre esse objetivo é alcançado; portanto, não posso empreender essa tarefa sem algum temor e apreensão. A noção de judeu era clara quando indicava simultaneamente uma identidade de nação, de povo e de religião. A partir do momento em que judeus participaram da cultura e da cidadania dos gentios, a disjunção entre judeu e gentio mascarou a junção efetuada entre estes dois termos, que se tornaram complementares, mas que podiam permanecer antagônicos, segundo os desenvolvimentos do moderno anti-semitismo (racial) que sucede ao velho antijudaísmo (religioso)”.

'O mundo moderno e a questão judaica' é um ensaio no qual são expostas as contradições que cercam as noções de judaísmo na modernidade, tendo como pano de fundo os conflitos surgidos a partir de 1948, quando a Palestina foi dividida em um estado árabe e outro judeu, dando origem a conflitos até hoje não resolvidos. Acordos diplomáticos, reuniões internacionais, ações da ONU não são suficientes para aplacar o ódio generalizado que se espalha por toda a área conflagrada, ceifando vidas, gerando um sentimento de insegurança que provoca ressonâncias em todo o planeta. Dividido em três partes, o livro traça uma moldura histórica do judaísmo e do cristianismo, ressaltando a contribuição dos judeo-gentios na globalização econômica e cultural. Além disso, analisa os efeitos da diáspora anteriores a 1933 e demonstra que sentimentos anti-semitas permanecem mais atuantes do que nunca.

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26 de Janeiro de 2008

'Ver: Amor', de David Grossman

Mesmo quando ansiamos pelos maiores e mais puros ideais humanos(…), não podemos nunca, nem só por um instante, deixar de ter compaixão pelo homem, ainda que seja um só, porque nesse caso não seríamos melhores do que “eles”, malditos sejam.” (pag. 512)

No livro "Ver: Amor", David Grossman recria, numa visão literária muito pessoal, a enormidade que foi a shoah (o holocausto). "Escrevi "Ver: Amor" porque não podia compreender a minha vida hoje em Israel, nesta terra, como ser humano, como israelita, como judeu, como pai, como escritor e como homem, sem tentar colocar-me a mim mesmo dentro desse cenário louco que foi a shoah.", diz Grossman, " Tentei viver a shoah sob todos os pontos de vista, o da vítima e o do assassino. Foi uma experiência complicada; é difícil conseguir compreender como é que uma pessoa normal se pode transformar num assassino de massas."

"Ver: Amor" é um romance aliciante, longo e complexo. Divide-se em quatro capítulos que se interligam como um puzzle e que correspondem a quatro visões inéditas do holocausto:

1) a de uma criança , Momik que quer salvar a família do monstro Nazi.
2) uma fantasia lírica sobre o escritor polaco Bruno Schultz, assassinado pelos Nazis;
3) a história de Wasserman , o tio-avô de Momik, e de Neigel, um oficial Nazi;
4) uma enciclopédia sobre a vida de Kazik, um dos personagens criados por Wasserman.

O título em inglês é "See under: Love" parece mais de acordo com o seu significado - uma entrada para a palavra "Amor" na enciclopédia. Em português talvez fosse mais exato chamá-lo "Vide: Amor" ou "Veja: Amor", mas isto é um pormenor sem importância.
Neste livro fantástico, o poder da criatividade e da imaginação, desafia a rigidez do pensamento Nazi e de todos os sistemas que tentam abolir a liberdade e a individualidade humanas. (in fragmentos luminosos)

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21 de Janeiro de 2008

UMA HEROÍNA AOS 100 ANOS

A revista ISTO É de hoje(no.1994) traz uma importante matéria referente a Aracy Guimarães Rosa, a brasileira que salvou dezenas de judeus do nazismo, cujo nome consta no “Jardim dos Justos” em Jerusalém. Os dois autores da matéria, jornalistas Cláudio Camargo e Hugo Studart, localizaram Aracy em São Paulo, hoje com 100 anos, na casa de seu filho Eduardo. Para executar a matéria, foram acionados diversos membros da comunidade judaica, que colaboraram com os jornalistas: José Luiz Goldfarb, Prof. Fábio Koifman, Prof. Maria Luiza Tucci Carneiro, Charles Steiman e Osias Wurman. Clique aqui para ler a reportagem (arquivo.doc).

* Aracy Guimarães Rosa hoje, aos 100 anos, em São Paulo. (http://www.owurman.com/blog/)

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19 de Janeiro de 2008

Holocausto da Viradouro incomoda judeus

Rio - Uma montanha de corpos que mais parecem esqueletos, nus e empilhados. A representação do Holocausto, o extermínio de 6 milhões de judeus pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, vai contrastar com a alegria dos foliões no desfile da Viradouro.

A boa intenção do carnavalesco Paulo Barros, autor do enredo "É de arrepiar", é protestar contra uma das maiores atrocidades cometidas pelo Homem. O contexto em que o manifesto se insere, porém, é visto como inadequado pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (Fierj).
Há cerca de dois meses, Paulo e o presidente da agremiação Marco Lira, procuraram o presidente da Fierj, Sergio Niskier, para conversar sobre a alegoria. Na reunião, definida por Niskier como saudável e positiva, ficou claro para a entidade que a obra não carrega traços de preconceito. Mas Niskier teme que o público não entenda tão bem a mensagem.

"Percebemos a intenção correta de utilizar o espaço fantástico de divulgação do Carnaval para fazer uma denúncia da violência. Mas julgamos inadequada a mistura do Holocausto no contexto do desfile. Não seria percebido pela população da forma que o Holocausto precisa ser", afirma Niskier. (Flavia Duarte)

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17 de Dezembro de 2007

Einstein é duas vezes 'Chai' (vida)

O Hospital Israelita Albert Einstein está completando 36 anos de vida, o que na tradição judaica, significa duas vezes o número 18, símbolo de “chai”. “Chai”, em hebraico, é vida. Para marcar essa data especial, Bibi Ferreira se apresentou na Hebraica, em São Paulo, com o musical “PIAF, UMA ESTRELA DA CANÇÃO”. (menorah)

A symbol consisting of the letters of the Hebrew alphabet Het (חַ) and Yod (י). In the Hebrew language, the word chai (חַי) spelled by these two letters means “living”, and is related to the word for “life”, chaim, and also appears in the slogan `am yisrael chai! (עַם יִשְׂרָאֵל חַי, “The people of Israel lives!”, referring to all Jews). There have been various mystical numerological speculations about the fact that according to the system of gematria, the letters of chai add up to 18 (see “Jewish use of the Tetragrammaton” and “Lamedvavniks”). For this reason, 18 is a lucky number in Judaism, and many Jews give gifts of money in multiples of 18 as a result.

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15 de Dezembro de 2007

"Auto-ajuda é uma pizza", Nilton Bonder

Depois de confrontar tradição e traição no livro A alma imoral, lançado pela Rocco em 1998 e cujas vendas foram catapultadas pelo sucesso do monólogo homônimo adaptado para os palcos pela atriz Clarice Niskier, em 2006, o rabino Nilton Bonder, 49 anos, escolheu brincar com o título do maior sucesso editorial de auto-ajuda deste ano, O segredo, de Rhonda Byrne. Em O sagrado, seu 17º livro, que será lançado no dia 1º de dezembro, o rabino da Congregação Judaica do Brasil, graduado em engenharia mecânica pela Universidade de Columbia e doutor em literatura hebraica pelo Jewish Theological Seminary, coloca o sagrado como a terceira via milenar entre o racionalismo e o esoterismo, capaz de resgatar a auto-estima do ser humano numa era de competição e incertezas. Bonder critica a auto-ajuda - que, segundo ele, é como uma pizza, gostosa ao paladar, mas vazia de nutrientes - e admite enxergar poesia em horóscopos de jornal. "Leio e acho bonito. Não interpreto aquele parágrafo como oráculo, mas como poesia".

E por que escrever este livro?
- A vontade surgiu depois de perceber que as pessoas não vêem a verdadeira proposta espiritual, a terceira via, que chamo de sagrado. Não é a via do racionalismo nem a desse ocultismo mágico que promete que um dia você pode encontrar a pedra da felicidade, a maneira de transformar metais vis em ouro. O filme gerou para mim, naquela viagem - uma viagem nos dois sentidos da palavra - a sensação de que as pessoas estão num descaminho nesta busca por coisas bonitas. Meu livro não tem intenção de desqualificar esta procura por coisas mais sutis, numa tentativa de sair deste mundo que funciona 24 horas por dia. Mas, sim, mostrar que as pessoas são tentadas por produtos cada vez mais refinados, com linguagem interessante, que as conduzem a desvios e enganos.
Teme que seu livro pegue carona no sucesso de 'O segredo'?
- Fiquei muito em dúvida se o escreveria ou não. Demorei por falta de tempo, e, quando o fiz, O segredo tinha se tornado best-seller. Meu grande temor é que este livro seja um antiproduto de O segredo, também se tornando, portanto, um produto. Isso o esvaziaria em muito sentidos. Quis escrever O sagrado para que as pessoas que tiverem sido tocadas por O segredo façam uma distinção importante.


LEIA A ENTREVISTA COMPLETA: http://www.cjb.org.br/iessod/palavra/07_11_jb_domingo.htm

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22 de Novembro de 2007

5º Ciclo Multicultural Centro da Cultura Judaica

 
A literatura terá espaço garantido durante o 5º Ciclo Multicultural, que começa na próxima segunda-feira (26/11) e vai até o dia 02/12. Além dos chás literários comandados por Ilan Brenman, Élida Marques e integrantes do projeto "Ler é uma viagem" , o evento recebe ainda Eunice Lipton e Nilton Bonder, para o lançamento de seus novos livros e bate-papo com a platéia. Para completar, a Livraria da Vila manterá uma unidade especial no Centro da Cultura Judaica (Rua Oscar freire, 2500 - SP). O Ciclo é uma realização do Centro da Cultura Judaica e idealizado por Yael Steiner Marketing Cultural. Informações pelo telefone 11-3065-4333. Programação completa no site do Ciclo.

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14 de Novembro de 2007

Instituto de Israel recebe fragmento da Bíblia com mais de 1.000 anos

A família que usou um fragmento da Bíblia com mais de 1.000 anos como amuleto durante seis décadas vai entregar o pedaço de pergaminho a uma instituição de pesquisa de Jerusalém. Acredita-se que o manuscrito, do tamanho de um cartão de crédito, seja parte da versão mais importante da Bíblia hebraica, o códice de Alepo, também conhecido como texto massorético. De acordo com Michael Glatzer, secretário acadêmico do Instituto Yad Ben Zvi, o fragmento contém versículos do livro do Êxodo, que descrevem as pragas do Egito e uma conversa entre Moisés e o Faraó com a famosa frase "Deixa ir o meu povo".
A história do pergaminho começa quando Sam Sabbagh, na época um judeu sírio de 17 anos, pegou um pedaço do manuscrito do chão de uma sinagoga em Alepo, na Síria, em 1947. A sinagoga tinha sido incendiada durante tumultos que se seguiram à decisão da ONU de dividir a Palestina e criar um Estado judeu na região. Sabbagh, que mais tarde imigrou para os EUA, carregou o pergaminho dentro de sua carteira por anos e o usou como amuleto até quando teve de passar por uma cirurgia do coração. O Instituto Yad Ben Zvi, que guarda o que resta do códice de Alepo, ficou sabendo do fragmento há 20 anos, mas não conseguiu convencer Sabbagh a entregá-lo. Com a morte do imigrante há dois anos, sua família decidiu fazer a doação.
“É importante recuperar o fragmento porque estamos tendo a chance de unificar as partes que faltavam e colocá-las em seu lugar original", afirmou Michael Maggen, chefe de conservação de manuscritos do Museu de Israel e responsável pela restauração do documento. Segundo Maggen, o códice é importante porque traz dados sobre aspectos-chave da gramática e da pronúncia do hebraico bíblico. O manuscrito foi produzido em Tiberíades, cidade da Galiléia (norte de Israel), no século X. Depois, foi levado para Jerusalém, depois para o Cairo e finalmente para a Síria.

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    12 de Novembro de 2007

    NORMAN MAILER Z’L

    O escritor Norman Mailer morreu em Nova Iorque, aos 84 anos de idade. Nascido em New Jersey com o nome hebraico de Nachem Malek, em 31 de janeiro de 1923, tornou-se um dos mais importantes autores de sua geração. Seu pai, Isaac Barnett, foi um imigrante sul-africano que usava bengala e caracterizava-se pela falta de sorte nos negócios. A figura dominante na família era sua mãe, Fanny Schneider, descendente de uma dinâmica família de Long Branch, onde seu pai tinha uma mercearia e era o rabino, não oficial, da cidade. Mailer foi um dos escritores mais influentes do jornalismo literário. Com dois prêmios Pulitzers na estante por reportagens ficcionalizadas, Mailer também escreveu ensaios, contos, peças de teatro e roteiros de cinema. "Os Nus e os Mortos", sobre a 2º Guerra Mundial, foi seu primeiro best-seller.

    Sua biografia tomou este rumo após a participação no exército durante a Segunda Guerra Mundial, quando deixou a carreira de engenheiro industrial para dedicar-se ao jornalismo. Autor controverso por abordar temas como a violência, sexo e famosos crimes, Norman Mailer é conhecido pelas ácidas críticas à sociedade americana. Seu trabalho também pode ser visto no cinema, com o filme "A Marca do Passado", escrito e dirigido pelo jornalista.

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    11 de Novembro de 2007

    O judeu é mais inteligente?, por Gilberto Dimenstein

    Em entrevista à Folha de São Paulo, o cientista político norte-americano Charles Murray disse que a genética seria uma das explicações para a suposta inteligência superior dos judeus. Será?

    Na condição de judeu, não acredito nessa influência genética. Não é só porque, para mim, superioridade genética e barbárie se confundem na história. Mas, como alguém que trabalha com educação, acredito que exista uma cultura específica que ajude na projeção de um povo que, apesar de ter apenas 12 milhões de pessoas, tem 25% dos ganhadores do “Prêmio Nobel”.

    O que existe entre judeus (e não só entre eles) é uma reverência obsessiva pelo conhecimento, que vem de gerações. É o chamado “Povo do livro”. O rabino, a pessoa mais importante da comunidade religiosa, não tem força por ser um intermediário com Deus, mas por ser um intérprete das leis, ou seja, um intelectual. Livros sagrados são feitos de perguntas.

    O ritual iniciatório do judeu não é matar um guerreiro ou passar por privações. Mas é ler um livro (a Torá). Ou seja, se quiser virar adulto terá de saber ler em pelo menos uma língua. O analfabetismo sempre foi muito baixo entre os judeus, o que assegurou uma rede de escolas.

    A educação não é vista como uma responsabilidade apenas da escola. Mas, em primeiro lugar, da família e, depois, da comunidade. Educa-se em casa, na sinagoga e também na escola. Aprende-se, portanto, todo o tempo e em todos os lugares.

    Como o judeu é o povo por mais tempo perseguido da história da humanidade, desenvolveu-se a sensação do desafio permanente. Isso se traduz na idéia de que o estudo é a melhor defesa - e também a coisa mais segura para ser carregada [Tenho esta certeza].

    Nessa junção dos capitais humano e social, tem-se a receita não do desempenho intelectual de um povo, mas da força divina da educação, replicável por qualquer agrupamento humano. [Publicado na Folha de São Paulo]

    Gilberto Dimenstein membro do Conselho Editorial da
    Folha de São Paulo e criador da ONG “Cidade Escola Aprendiz”

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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 11/11/2007 08:23:00 PM | | | Voltar

           

    5 de Novembro de 2007

    A VISÃO DE AMOS OZ

    Durante o discurso de agradecimento pelo recebimento do renomado prêmio espanhol "Príncipe de Astúrias", um dos mais importantes autores israelenses da atualidade, Amos Oz, emitiu um polêmico conceito sobre a coexistência entre árabes e judeus: "Parte da tragédia árabe-judía é a incapacidade de muitos de nós, judeus e árabes, de imaginar-nos uns aos outros. De imaginar realmente os amores, os medos terríveis, a ira, os instintos. Demasiada hostilidade impera entre nós e muito pouca curiosidade. Os judeus e os árabes têm algo em comum: ambos sofreram no passado debaixo da pesada e violenta mão da Europa. Os árabes foram vítimas do imperialismo, do colonialismo, e da exploração e humilhação. Os judeus foram vítimas de perseguições, discriminação, expulsão e, no final, o assassinato de um terço do povo judeu.

    Caberia supor que duas vítimas, e sobretudo duas vítimas de um mesmo perseguidor, desenvolveriam certa solidariedade entre elas. Desgraçadamente as coisas não são assim, nem nas novelas, nem na vida real. Pelo contrario, alguns dos conflitos mais terríveis são aqueles que se produzem entre duas vitimas de um mesmo perseguidor. Os dois filhos de um pai violento não tem porque amar-se necessariamente. Exatamente assim é a situação entre judeus e árabes no Oriente Médio: enquanto os árabes vêem nos israelís novos cruzados, a nova reencarnação de uma Europa colonialista, muitos israelís vêem nos árabes a nova personificação de nossos perseguidores do passado: os responsáveis pelos pogroms e os nazis".

    Technorati Marcas: Amós Oz , Principe de Asturias , Literatura , Paz Agora , coletânea Amós Oz , Peace Now

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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 11/05/2007 10:21:00 PM | | | Voltar


    'Crossing the Red Land': Brazilian author Lucius de Mello and his new saga

    O livro “A Travessia da Terra Vermelha - Uma saga dos refugiados judeus no Brasil” (editora Novo Século), ainda nem foi traduzido para o inglês e já mereceu destaque no jornal americano The Epoch Times. O autor, Lucius de Mello, além de escritor e jornalista, é pesquisador do LEER - Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação da USP. O livro resgata a história das famílias judias e cristãs alemãs que, perseguidas por Hitler, procuraram abrigo em Rolândia, cidade do norte do Paraná, nas décadas de 30 e 40.

    Dos Estados Unidos, o físico judeu Rudolf Ladenburg envia cartas à prima Agathe com notícias das pesquisas da equipe de Albert Einstein. O misterioso cão filósofo Coisa em Si. Soprano dá aulas de música na colônia e interpreta trechos de Madame Butterfly para a vaca Berenice, acreditando que a ópera é estímulo à produção de leite. Rabino celebra casamento em plena mata tropical. A história de uma governanta da família Matarazzo Suplicy. Portinari presenteia os amigos de Rolândia com quatro óleos sobre tela. Estes são alguns dos episódios que coloriram a vida dos judeus refugiados na terra vermelha do Paraná, nos anos 30 e 40, e que só agora vêm à luz. São histórias de resistência e esperança garimpadas durante 4 anos, no Brasil e na Alemanha, pelo escritor e jornalista Lucius de Mello. Mas além de todos os obstáculos que tiveram que enfrentar para começar uma vida nova numa terra completamente diferente, por ironia do destino, essas famílias judias descobriram-se refugiadas numa colônia parcialmente nazista. E este livro publica com exclusividade e em primeira mão as fotos inéditas das festas hitleristas promovidas na cidade de Rolândia na década de 30, em plena mata brasileira. "A travessia da Terra Vermelha" é também um tributo à estrada de ferro brasileira que salvou a vida de famílias inteiras perseguidas pelo nazismo.

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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 11/05/2007 09:55:00 PM | | | Voltar

           

    30 de Outubro de 2007

    HOMEM EM QUEDA

    Keith consegue sair com vida de uma das torres gêmeas atingidas pelos aviões pilotados por terroristas, no fatídico 11 de setembro de 2001. Em vez de voltar para o seu próprio apartamento, o atordoado Keith, coberto de poeira e sangue, e carregando uma pasta que não lhe pertence, bate à porta de sua ex-mulher, Lianne, com quem tem um filho pequeno. Keith tenta reconstruir sua vida, ao mesmo tempo que sai em busca do dono da misteriosa pasta. Lianne, por sua vez, trabalha como voluntária junto a pacientes com Alzheimer e cuida também de sua mãe, Nina, uma historiadora da arte aposentada. Esse punhado de personagens evolui num mundo onde não há mais o antes, e o depois é todo feito de incertezas e angústias com pouca chance de resolução.

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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 10/30/2007 08:17:00 AM | | | Voltar

           

    22 de Outubro de 2007

    IDENTIDADE JUDAICA: em discussão o que é "Estado Judeu"

    A Comissão de Constituição do parlamento israelense , o Knesset, está preparando uma minuta para a futura Carta Magna de Israel. A polemica já está lançada no tema da identidade judaica. Na minuta em estudo, não será mencionada a “Lei do Retorno”, que garante a cidadania israelense a todo judeu que retornar a Israel. No lugar da lei em vigor, será colocado que “todo judeu está habilitado a emigrar para Israel”. Informa-se que será apresentado ao parlamento, em separado, uma proposta para que seja substituída, na “Lei do Retorno”, a parte que garante o direito a qualquer neto de judeu para emigrar, pelo direito para qualquer pessoa que pertencer a uma comunidade judaica. Outra batalha será travada na titulação do Estado de Israel. Dividem-se as opiniões entre os de centro-esquerda, que querem “Estado Judeu”, e “Estado da Nação Judaica”, na opinião dos direitistas.

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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 10/22/2007 06:49:00 PM | | | Voltar


    Cultura judaica é debatida em encontro de pós-graduação

    USP Online - 19/10/2007
    O USP Online informa que o Centro de Estudos Judaicos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP realiza entre os dias 24 e 25 de outubro o IV Simpósio da Pós-Graduação de Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas. As inscrições devem ser feitas no local (sala 8 do prédio de Ciências Sociais, sala 8. Av. Prof. Luciano Gualberto, 400, Cidade Universitária, São Paulo). As atividades programadas começam às 14h30 e quem desejar receberá o certificado. Mais informações pelos telefones: 11-3091-4299 e 3813-6528 (este após 14h30); ou pelo e-mail: simposiojudaica@gmail.com. >> Leia mais

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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 10/22/2007 01:59:00 PM | | | Voltar

           

    19 de Outubro de 2007

    Sobel promete contar em biografia traições e decepções


    Globo Online - 18/10/2007
    O rabino Henry Sobel, que nesta quarta-feira (17/10) despediu-se da presidência da Congregação Israelita Paulista (CIP), promete lançar em março do ano que vem uma biografia que vai causar polêmica na comunidade judaica de São Paulo. Sobel diz que vai contar as traições e as decepções que teve após o episódio do furto de gravatas de grife nos Estados Unidos, quando foi preso em março deste ano. O livro deve ficar pronto exatamente um ano após o caso. Ele disse que vai escrever sobre o roubo, assumir os erros que cometeu e tentar explicar melhor o deslize. Durante 37 anos, Sobel foi a face da comunidade judaica em São Paulo.

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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 10/19/2007 02:46:00 PM | | | Voltar

           

    5 de Outubro de 2007

    'Fragmentos de Um Mundo Vindouro', curso com Nilton Bonder


    O rabino Nilton Bonder, da CJB, vai ministrar o curso de Cabala "Fragmentos de Um Mundo Vindouro" às segundas-feiras, dias 15 e 22 de outubro, e no dia 05 de novembro, no Centro da Cultura Judaica-SP. As aulas terão como base o livro "A Ética dos Ancestrais" (Pirkei Avot). Informações: (11) 3065-4337.

    A Ética dos Ancestrais é um ousado e milenar livro de auto-ajuda. Sua ousadia está em propor um projeto de cidadania transpessoal, antevendo um mundo possível de pessoas que tenham trabalhado profundamente sua identidade e seus desejos. Trataremos esse material em sua dimensão mística para além da ética, buscando a visão de um Mundo Vindouro milenarmente profetizado. Leitura : Capítulo I e II de A Ética dos Ancestrais, de Pirkei Avot.


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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 10/05/2007 09:18:00 PM | | | Voltar

           

    18 de Setembro de 2007

    MATISYAHU chuta o balde


    Em entrevista ao Miami New Times o cantor de música reggae Matisyahu, que apresentou-se há alguns meses no Brasil, confirmou o seu desligamento definitivo do movimento chassidico Lubavitch. Perguntado sobre o motivo desta ruptura, Matisyahu declarou que seus pais não são judeus religiosos, e que seu vinculo com os lubavitchers foi apenas ter cursado dois anos numa escola chassidica do Brooklin, quando criança.
    Na verdade, o motivo deste rompimento foi a vontade do cantor de "libertar-se" dos princípios inalienáveis do judaísmo ortodoxo. O agravamento no relacionamento foi motivado por um concerto em que Matisyahu participou numa sexta-feira à noite em Fairbanks, no Alaska. No limiar do shabat, o "ortodoxo" cantou até a madrugada, alegando que o dia de descanso não tinha começado pois no Alaska o sol se põe às 2,00 h da manhã. Do ponto de vista religioso, mais um ídolo de barro !!!


    http://www.owurman.com/blog/


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    Link permanente  - publicado por VerdesTrigos @ 9/18/2007 07:38:00 AM | | | Voltar

           

    5 de Setembro de 2007

    L´Shana Tovah Umetuka, 5768.