Futuro 2.0: um mundo sem advogados?
Richard Susskind, professor e consultor britânico na área de tecnologia da informação, autor do livro "The future of Law", lançou a hipótese polêmica de que, em um prazo de 100 anos, a profissão de advogado já não existirá mais. A idéia é a de que a mercantilização da função, aliada à popularização das tecnologias de informação e aprimoramento das redes colaborativas online, estariam fazendo com que a profissão caminhe rumo à obsolescência e à desnecessidade.
Muitos advogados têm criticado a previsão de Susskind de que a advocacia está com seus dias contados. Entretanto, como aponta Suzana Cohen, no Bricolagem High Tech, "O que grande parte das pessoas não leva em conta, no entanto, é que essa previsão a respeito do "fim do advogado" deve ser vista como a profissão em seus MOLDES ATUAIS". Ou seja: o advogado não vai desaparecer, sumir do mapa. Mas sua atuação tem grandes chances de sofrer transformações drásticas por conta do potencial de colaboração advindo da Web 2.0.
O questionamento de Richard Susskind sobre o fim dos advogados virá na obra "The End of Lawyers?", prevista para ser lançada ainda este ano. Enquanto o livro não fica pronto, é possível acompanhar um suplemento especial do Times Online para discussão do tema. Sínteses de trechos da obra podem ser conferidos no espaço, além da opinião de outros profissionais - advogados ou não. (Gabriela Zago em fevereiro 14, 2008 9:42 PM | Permalink)
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VerdesTrigos @ 2/16/2008 08:56:00 PM | | | Voltar

Um choque de desespero de uma amiga em Harvard, no momento em que recebeu a noticia da perda de um parente, vitima do terrorismo em Israel, fez com que a atriz judia-americana Natalie Portman visitasse o país. Voltando de viagem, Natalie encontrou-se com a rainha da Jordânia Rania, uma palestina, e ficou conhecendo a Fundação Internacional para Assistência Comunitária. Esta instituição tem como finalidade fazer pequenos empréstimos, a maioria para mulheres, que desejem iniciar um pequeno negocio próprio. Isto fará com que elas possam se tornar independentes e refratarias aos apelos do ódio ou do terror. Portman abraçou a causa com entusiasmo e já viajou para a América Central e África em missão filantrópica. 






