CONTRA-HISTORIA DA FILOSOFIA, V.1
AS SABEDORIAS ANTIGAS

O autor estuda, neste primeiro volume de sua Contra-história da filosofia‘, a contribuição do pensamento de Leucipo, Demócrito, Antífon, Eudóxio, Pródico, Diógenes de Sinope, Aristipo de Cirene, Epicuro, Lucrécio, Filodemo de Gádara, Diógenes de Enoanda. ‘Contra-história da filosofia’ conta a aventura desses vencidos, de sua sabedoria feliz, de seu pensamento luminoso, de sua arte de viver bem.

CONTRA-HISTORIA DA FILOSOFIA, V.2
O CRISTIANISMO HEDONISTA

Esta ‘Contra-história da filosofia‘ conta a aventura desses vencidos, de sua sabedoria feliz, de seu pensamento luminoso, de sua arte de viver – de viver bem. De viver melhor. Este segundo volume – ‘O cristianismo hedonista‘ (século I – século XVII) – traz – Simão, Basilides, Valentino, Carpócrates, Epifânio, Cerinto, Marcos, Nicolau, Amauri de Bena, Cornelisz de Antuérpia, Bentivenga de Gubbio, Walter de Holanda. João de Brno, Heilwige de Bratislava, Willem van Hildervissem, Elói de Pruynstinck, Lorenzo Valla, Marsílio Ficino, Erasmo, Michel de Montaigne e Marie de Gournay.

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Em um tempo em que a religiosidade está em alta, surpreende o livro que se encontra no topo da lista dos mais vendidos na França desde o mês passado, à frente até das biografias de João Paulo II: Tratado de Ateologia. Escrita pelo filósofo mais popular da França na atualidade, Michel Onfray, de 46 anos, a obra é um ataque pesado ao que o autor classifica como “os três grandes monoteísmos“. Segundo Onfray, por trás do discurso pacifista e amoroso, o cristianismo, o islamismo e o judaísmo pregam na verdade a destruição de tudo o que represente liberdade e prazer: “Odeiam o corpo, os desejos, a sexualidade, as mulheres, a inteligência e todos os livros, exceto um“. Essas religiões, afirma o filósofo, exaltam a submissão, a castidade, a fé cega e conformista em nome de um paraíso fictício depois da morte.

Para defender essa argumentação, Onfray valeu-se de uma análise detalhada dos textos sagrados, cujas contradições aponta ao longo de todo o livro, e do legado de outros filósofos, como o alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), que proclamou, em uma célebre expressão, a “morte de Deus“. O filósofo escreve em linguagem acessível, a mesma que emprega ao lecionar na cidade de Caen, no norte da França. Ali criou uma “universidade popular” que atrai milhares de pessoas a palestras diárias e gratuitas sobre filosofia, artes e política. Gravadas pela rádio pública France Culture, as aulas de Onfray são sucesso de audiência. Os fãs o consideram um sucessor de Michel Foucault (1926-1984), o mais influente filósofo francês do século passado. Em seus livros, Onfray propõe o que chama de “projeto hedonista ético”, em que defende o direito do ser humano ao prazer. Uma de suas obras, A Escultura de Si, ganhou em 1993 o Prêmio Médicis, o mais importante da França para jovens autores. Onfray também tem detratores, que o acusam de repetir idéias ultrapassadas. Em dois meses seu Tratado vendeu 150.000 exemplares.

Via: Veja On line

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