A perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial é o principal tema de Vou Chamar a Polícia – e Outras Histórias de Terapia e Literatura (Ediouro, 264 páginas, 49,90 reais), título do novo livro do psiquiatra americano Irvin Yalom, 78 anos. Chega às lojas nesta semana. Mais conhecido como o autor dos best-sellers A Cura de Schopenhauer (130.000 exemplares vendidos no país) e Quando Nietzche Chorou (410.000), Yalom adiciona o Holocausto à sua lista de assuntos preferidos, na qual figuram a psicoterapia e a filosofia.

Como Vou Chamar a Polícia é um pequeno conto, a Ediouro juntou ao texto uma obra lançada por Yalom nos Estados Unidos há cerca de dez anos, The Yalom Reader – O Leitor de Yalom, em tradução livre para o português. Nela, o autor analisa sua produção literária. “É uma espécie de antologia minha”, explica o prolífico terapeuta, que já trabalha em um novo projeto, um livro sobre – adivinhe – um filósofo: Bento de Spinoza. O novo, o antigo e o futuro livro, além da psicoterapia e da filosofia, é claro, compõem a conversa de Yalom com VEJA.com.

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